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CARACTERÍSTICAS DE UN MENSAJE EVANGELIZADOR

1. DEBE SER BÍBLICO. Debemos basar el mensaje y todo su desarrollo en textos bíblicos que revelan claramente el plan de salvación concedida por Dios para rescatar a los hombres de la condenación, del pecado y del juicio (2 Ti 3.16-17; 2 P 1.20). Un mensaje bíblico se basa en la sana doctrina y no en fábulas o supuestas revelaciones (2 Ti 4.2).

2. INSPIRADO POR EL ESPÍRITU SANTO. El que transmite el mensaje no debe actuar solamente como un "altavoz u orador" común, sino seguir la orientación del Espíritu Santo y "permitir" que a través de su poder nos conduzca al estudio de la Palabra y nos inspiren a decir no lo que queremos, sino lo que el pecador necesita de oír (Jn 16.8; 2 P 1.21).

3. BASADO EN CRISTO JESÚS. No podemos hablar del evangelio sin aclarar los elementos esenciales de la vida del Señor Jesucristo: Su nacimiento, ministerio, enseñanzas, muerte y resurrección. Él es el tema central de las Escrituras Sagradas; la Palabra de Dios encarnada, el cumplimiento de las promesas de Deus (Lc 24.44; Jn 1.45). Jesús es claramente presentado en el Antiguo Testamento como el Mesías prometido (Is 7.14; 9.6,7; 40.3; Jer 23.5,6; Os 6.2), mientras que en el Nuevo Testamento es presentado como único y suficiente salvador (Jn 3.16; Hch 4.12; 1 Ti 2.4-6). Él es el verbo de Dios (Jn 1.1,2,14; 5.39; 20.30,31). Es el misterio de Dios revelado (Ro 16.25,26; Ef 3.3-5; Col 1.26,27; 2 P 1.19-21).

4. DEBE SER OBJETIVO. Todo el desarrollo del mensaje debe reunir esfuerzos para conducir el entendimiento a un solo punto: "Comunicar" al pecador sobre los hechos del evangelio (Ef 3.8; 6.19). Enredarse en historias o cuentos no aclara a los pecadores la necesidad de salvación.

5. DEBE TENER UN LENGUAJE CLARO. El pensamiento humano se comunica a través del lenguaje. Por lo tanto, el predicador debe transmitir el mensaje bíblico con un lenguaje claro y comprensivo, evitando largos sermones basados en estudios que mezclan teología, religión o temas seculares (1 Co 14.9).

PROYECTO MISIONERO ID & PREDICAD
SIDEB - Seminario Itinerante de Enseñanza Bíblica
Msro. Elder Dayvid Morais

A Evangelização através das Missões não é prioridade...

Quando vejo esmorecer um trabalho missionário edificado com tanto esforço, com tanto amor e determinação, firmado na renúncia e resignação, aumenta em meu coração a convicção de que fazer missões e a evangelização dos povos não é um compromisso ou prioridade das instituições evangélicas e suas lideranças, mas da genuína Igreja de Cristo, que se move por amor às almas. É aí que percebemos, que "Missões" está no sangue, não nas palavras!


Cuando veo desvanecer un trabajo misionero edificado con tanto esfuerzo, amor y determinación, firmado en la renuncia y resignación, crece en mi corazón la convicción de que la evangelización de los pueblos a través de las misiones, no es un compromiso o prioridad de las instituciones evangélicas y sus líderes, sino de la verdadera Iglesia de Cristo, que se mueve por amor a las almas. Así entendemos, que el hecho de hacer "misiones" se encuentra en la sangre de un escogido, no las palabras de los religiosos!

Por Elder Dayvid Morais.

Humildade e carisma não se compram...


Humildade não se compra, não se evidencia na "auto-promoção", nas palavras de lisonja ou bajulação. Assim como carisma não se adquire da noite para o dia com sorrisos forçados ou gestos disfarçados. São características que se evidenciam no dia a dia, no aperto de mão, num abraço apertado, na compaixão e na comunhão com aqueles que estão ao seu redor. Seguindo o seu exemplo, aprendamos de Jesus, aprendamos com Jesus. Voltemos à simplicidade do evangelho!

Por Elder Dayvid Morais.

Missões na cidade do Panamá, República do Panamá.

OREMOS POR ESTA CIDADE, POIS ESTAREMOS INICIANDO NOS PRÓXIMOS MESES A OBRA MISSIONÁRIA E A IMPLANTAÇÃO DA NOSSA PRIMEIRA CONGREGAÇÃO. SEM DÚVIDAS, UM GRANDE DESAFIO, MAS ESTAMOS CONVICTOS DE QUE DEUS ESTÁ CONOSCO! Missões na cidade do Panamá, República do Panamá. Uma das mais belas e movimentadas cidades da América Latina, a cidade do Panamá é conhecida por suas belas praias e cultura, sendo um excelente centro de compras e de intensas atividades econômicas. Além da arquitetura moderna e deslumbrante, e lindas paisagens naturais, a cidade tem ainda, o canal do Panamá que liga os oceanos pacífico e atlântico (Mar Caribe) em uma travessia chave para o comércio marítimo internacional. Por aí, passam anualmente milhares de embarcações. A cidade conta, ainda, com um dos maiores e mais modernos aeroportos do mundo, ligando os países e continentes. Sua população é de 880.691 habitantes, entre panamenhos e estrangeiros do mundo inteiro. Tem um custo de vida alto, pois recebe não somente turistas, mas empresários e investidores do mundo inteiro.


Estamos no Panamá há pouco mais de três meses, e como todo missionário consciente da sua chamada, estamos cheios de planos, propósitos e expectativas. Todavia, estamos passando por um período importante de adaptação, e isso exige de nós extrema paciência, pois transcultura-se é algo extremamente difícil, lento e muitas vezes doloroso. Isso envolve tempo, cultura, costumes, estabilidade, reconhecimento, saudade, solidão, enfim, uma série de questões que só mesmo àqueles que já estiveram no campo missionário são capazes de mensurar. Não são poucos os desafios e dificuldades que temos enfrentado desde que chegamos, mas nenhuma delas são capazes de apagar a chama acessa em nossos corações. Estamos convictos de que o Senhor tem algo muito especial reservado para todos nós! De maneira que estamos felizes pela responsabilidade e pelo privilégio de estarmos aqui. Peço-lhes que continuem orando por nós, a fim de que o Senhor permaneça nos ajudando nessa nobre causa e missão. Que Deus vos abençoe plenamente!


"PROFETAS" PERDIDOS ENTRE SONHOS E DELÍRIOS!

Amados, temos observado um aumento considerável de "profetas sonhadores" nesses últimos dias, trazendo consigo grandes fantasias sobre temas diversos, como: a vinda de Cristo (arrebatamento), o céu e o inferno, manifestações espirituais, etc. São histórias tão criativas quanto relativas, cheias de contradições, sem nenhum fundamento bíblico ou conexão com a realidade. Quando dizem algumas coisas que tenham a ver com as Escrituras, as contam num tom de suspense, tentando provocar o medo ao invés do temor, a imposição ao invés da reflexão, sem contar com “atitudes” que aparentam humildade, como chorar, falar em línguas, etc., mas no fundo, tentam “demonstrar” certa espiritualidade ou santidade acima da média (Jr 14.14).

Se lermos a Palavra de Deus com atenção e devoção, veremos claramente que tudo o que diz respeito aos "sonhos", "revelações" e "visões" foram experiências específicas, com pessoas específicas e em momentos específicos. Nunca se tratou de algo generalizado ou banalizado como vemos nos dias de hoje. Ademais, vale realçar, que tudo o que foi devidamente revelado e descrito na Palavra de Deus tinha a finalidade de alcançar as gerações posteriores, o que nos indica visivelmente a função descritiva e não normativa (via de regra) dos Textos Sagrados.

Na carta aos Hebreus 1.1,2, lemos que Deus FALOU muitas vezes, de MUITAS MANEIRAS e também pelos PROFETAS. Porém, nos últimos dias, nos falará através do FILHO – que é o VERBO de Deus, a REVELAÇÃO DO MISTÉRIO de Deus que estava oculto desde os tempos da eternidade, agora asseverado nas ESCRITURAS – (Jo 1.1,2,14; Rm 16.25-27). Está evidente que todas as maneiras usadas por Deus para falar com o seu povo eram apenas "sombra" da verdadeira revelação da sua Palavra em Cristo, concedendo assim, grande privilégio à atual geração (Ler Ef 3.4,5,9; Cl 1.26,27).

Quando ouço áudios ou vejo vídeos de supostos "profetas" expondo os seus delírios, dizendo que viram o céu, o inferno, "a glória de Deus", os anjos e outras coisas do gênero, sinto grande tristeza em perceber a gritante diferença entre os tais e os nobres profetas e apóstolos da Bíblia, tais como o profeta Isaías, que reconheceu o seu pecado, chegando pensar que ia morrer por não merecer tamanho privilégio de ver o Senhor assentado em um alto e sublime trono (Is 6.1-8). E o que dizer do apóstolo Paulo, que foi arrebatado ao terceiro céu – ao paraíso –, vendo e ouvindo coisas inefáveis que ao ser humano não é lícito falar (2 Cor 12.1-5). A ignorância bíblica dos supostos profetas atuais é apenas um retrato da rejeição à leitura devocional e ao estudo responsável das Escrituras, propondo em suas “visões” e mensagens um caminho mais curto – atalho – para as revelações divinas.

Temos inúmeros textos que enaltecem a supremacia da Palavra de Deus, e, no entanto, parte da igreja atual perde o seu precioso tempo com contos de fadas, fábulas ou "revelações" cheias de relatividade e engano. A Bíblia diz que as coisas ocultas (ou encobertas) pertencem ao Senhor, mas a reveladas são para todos nós, sendo escritas para o nosso ensino e esperança (Dt 29.29; Rm 15.4). Jesus em suas palavras, disse: Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que dão testemunho de mim (Jo 5.39). A Palavra de Deus é a profecia mais segura, divinamente inspirada, viva e eficaz, penetrante ao ponto de dividir alma e espírito, e é apta para discernir os pensamentos e intenções, sendo suficiente para ensinar, redarguir, corrigir e instruir em justiça (2 Tm 3.16; Hb 4.12,13; 2 Pe 1.19-21). Assim nos diz a Palavra de Deus: Não devemos ir além do que está estrito (1 Cor 4.6).

Quanto aos supostos "profetas", assim diz o Senhor: Tenho ouvido o que dizem esses profetas que profetizam mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei. Até quando se achará isso no coração dos profetas que profetizam mentiras, e que profetizam do engano do seu próprio coração? Os quais cuidam fazer com que o meu povo se esqueça do meu nome pelos seus sonhos que cada um conta ao seu próximo, assim como seus pais se esqueceram do meu nome por causa de Baal. O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele que tem a minha palavra, fale fielmente a minha palavra. Que tem a palha com o trigo? diz o Senhor. Não é a minha palavra como fogo, diz o Senhor, e como um martelo que esmiúça a pedra? Portanto, eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que furtam as minhas palavras, cada um ao seu próximo. Eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que usam de sua própria linguagem, e dizem: Ele disse. Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com a sua vã jactância; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e eles não trazem proveito algum a este povo, diz o Senhor (Jr 23.25-32).

VOLTEMOS À SIMPLICIDADE DO EVANGELHO!
VOLTEMOS À PALAVRA!

Por Elder Dayvid Morais.

OS SONHOS SÃO REVELAÇÕES DE DEUS?

O conceito comum (definições da religião, ciência e cultura) indica que o sonho é uma série de imagens (ou cenas), por vezes confusas, ilógicas ou contraditórias, que se apresentam (ou se reproduzem) mentalmente durante o sono; É, literalmente, o que aparece no sono. Também sinônimo de: visão; utopia; ficção; fantasia. E no sentido figurado, podem ser entendidos como: objetivo; desejo; ideal.

De acordo com a Palavra de Deus, o sonho é fruto das “muitas ocupações ou tarefas” [Eclesiastes 5.3 – Porque da muita ocupação vêm os sonhos...], e, sem dúvidas, está associado à vaidade humana, perspectivas e desejos pessoais, informações diárias e de tudo aquilo que vemos, ouvimos e vivemos ao longo da vida [Eclesiastes 5.7 – Porque na multidão dos sonhos há vaidades...].

Apesar de encontrarmos na Bíblia diversos exemplos de que Deus falou com alguns através de sonhos, exemplo: José (Gn 37.5,9); Faraó no Egito (Gn 41.1,5,25-32); Daniel (Dn 7.1); José, marido de Maria (Mt 1.20,24), não encontramos nenhum indicativo de que tal manifestação seja válida para os dias de hoje, ou seja, não lemos nenhuma orientação doutrinária que sugira que Deus ainda continua falando por sonhos, sobretudo, no Novo Testamento. Apesar de reconhecer que Deus é Soberano e fala como e quando Ele quer, cremos que a sua Palavra viva e revelada a todos nós, é suficiente em tudo, não havendo assim, a necessidade de novas revelações [Hebreus 4.12 – Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração]. Está claro, que tudo o que lemos sobre os sonhos nas Escrituras não tem cunho normativo – não é uma regra –, mas descritivo, servindo-nos apenas como referências, exemplos da atuação divina antes da revelação da Palavra escrita, e, portanto, não devemos tomá-los como uma via de regra doutrinária. Diferente de outrora, quando a revelação das Escrituras estava em andamento, hoje, nós temos a Palavra de Deus escrita, suficiente e disponível! Jamais inspirada ou regida pelo pensamento humano, mas revelada pela vontade soberana do Senhor nosso Deus [2 Pedro 1.21Porque a palavra profética nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo].

Analisando com atenção os inúmeros exemplos descritos na Palavra de Deus, concluímos que os propósitos das manifestações dos sonhos eram específicos, para pessoas específicas e em momentos específicos. Não eram manifestações aleatórias, generalizadas ou cheias de interpretações contraditórias, confusas e convenientes, como se evidencia no seio das igrejas neopentecostais e liberais. Quando lemos em Hebreus 1.1, que “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas...”, entendemos evidentemente que os sonhos fazem parte desse contexto e que Deus não falou somente pelos sonhos, mas também através dos anjos, visões, revelações e até animais. Todavia, nenhum sonho ou manifestação espiritual, experiência sobrenatural, visão ou “revelação extraordinária” está sobre a autoridade da Palavra de Deus, pois somente ela é absoluta, infalível e inerrante! [2 Timóteo 3.16,17 – Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra].

Apesar de toda mística criada e defendida por muitas religiões em seu entorno, podemos afirmar, que tudo o que se refere aos sonhos são relativos, pois muitas vezes não passam de “criações de uma mente cansada ou repleta de informações diárias”, sem estar necessariamente ligado ao “falar de Deus” ou às profecias bíblicas. A mente (imaginação) humana pode reunir os traumas, medos, preocupações, dores, ansiedades, desejos, experiências e outros sentimentos, criando verdadeiros “filmes” de comédia, de ficção ou de terror, dos mais variados e criativos (isso é atestado pela ciência). Sem contar os pesadelos que também são responsáveis pelo espanto noturno e pelas inquietações durante sono. De sorte, que não devemos dar aos sonhos tanta importância, já que a “criatividade” e a “imaginação fértil” são marcas registradas (Jd 1.8). Ademais, nenhum cristão ou religioso detém a exclusividade do “sonhar”, já que todos, qualquer um, rico ou pobre, crente ou incrédulo, temente ou escarnecedor, justo ou injusto, homem, mulher, velho ou criança podem sonhar à vontade.

Trazendo para o contexto cristão contemporâneo, a evidente ignorância bíblica, promove excessivamente os sonhos como revelação de Deus, tentando dar status de algo sobrenatural ou divino, mesmo quando não há qualquer conexão com a Palavra ou mesmo com a realidade. A cultura de “espiritualizar” toda manifestação ou qualquer experiência pessoal, instalada na teologia liberal e nas igrejas neopentecostais, banalizam as verdadeiras revelações descritas na Palavra de Deus e generalizam os sonhos e as supostas “revelações”, confundindo os indoutos e até mesmo líderes religiosos com fortes tendências às práticas do pragmatismo e da “profetada” baseada em adivinhações e conveniências, sendo essa última, prática dos videntes e falsos profetas [Jeremias 23.25 – Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, profetizando mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei...] (cf. Jr 14.14; 23.25-32).

Em contraste com a revelação absoluta da Palavra de Deus, não são poucos os conflitos que giram em torno dos sonhos, pois além de comprovadamente relativos, podem ser facilmente esquecidos, ou relembrados em lampejos, ou mesmo, manipulados ao misturar a realidade e a ficção num pretexto conveniente ou num estado de perturbação mental. O fato, é que os sonhos não merecem confiança, tamanha sua relatividade e confusão. E se numa remota possibilidade, acreditares que Deus falou contigo, deves buscar uma explicação, submetendo a tua mente à Palavra de Deus e somente nela buscar algum respaldo. Se encontrar, trate de aplicá-la à sua vida, de maneira muito pessoal, caso contrário, não perca o seu tempo precioso preocupado com isso, antes bem, leia e medite na Palavra de Deus com devoção, temor e amor, pois só ela é digna de total confiança e obediência [Romanos 15.4 – Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança]. Devemos valorizar a Palavra de Deus seguindo as suas orientações e mandamentos (Dt 29.29; Sl 1.2; Jo 5.39; Tg 1.25), aprendendo a cada dia a não ir além – ultrapassar – daquilo que foi escrito (1 Cor 4.6).

Em resumo, a Palavra de Deus é absoluta, infalível e plenamente confiável. Enquanto que os sonhos são relativos e incertos, frutos da imaginação criativa ou perturbada da mente humana. Os sonhos não são exclusivos dos crentes ou religiosos, pois qualquer pessoa, até mesmo os ateus podem sonhar à vontade. Na hipótese de acreditares que Deus falou contigo através de um sonho, busque sabiamente respaldo nas Escrituras e aplique-o à sua vida de forma pessoal. Contudo, esteja ciente, que biblicamente, não se trata de uma regra doutrinária a ser seguida ou ensinada, senão de uma – possível – experiência pessoal. Caso contrário, não perca o seu tempo com tais coisas, pois os sonhos, bons ou pesadelos, definitivamente, não merecem confiança. Voltemos à simplicidade do evangelho! Voltemos à Palavra!

Por Elder Dayvid Morais

ISTO NÃO É EVANGELHO! É IGNORÂNCIA BÍBLICA!

Voltemos ao evangelho simples! Voltemos à Palavra!

Estamos vivendo dias difíceis, conforme descrito na Palavra de Deus, onde os espíritos enganadores e doutrinas de demônios encontram mais espaços nos púlpitos e nas igrejas que a genuína doutrina da Palavra de Deus (1 Tm 4.1; 2 Tm 3.1). Tal apostasia, são as supostas "manifestações estranhas", experiências místicas e outras superstições que atuam como verdadeiras enfermidades no meio de muitas igrejas pseudo-evangélicas. Jesus advertiu aos religiosos da sua época, dizendo: "Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus" (Mt 22.29). Essa palavra nos traz um alerta acerca dos equívocos e perigos da ignorância bíblica.

Sobre os dons espirituais, o apóstolo Paulo escreveu à igreja em Corinto, a importância de compreender os propósitos fundamentais dos dons espirituais no seio da igreja, não dando lugar à ignorância. Tais propósitos são, em suma: trazer edificação ao corpo de Cristo e revestir a igreja de poder e autoridade na propagação do evangelho em todo o mundo (1 Cor 12.31; 14.12,40; Ef 4.12 cf. At 1.8).

As manifestações dos dons espirituais se dão de acordo com vontade soberana do Espírito Santo, que os distribui ao surgir a necessidade no seio da igreja, e ainda, de acordo com o desejo do crente em buscar a plenitude do Espírito (1 Cor 12.7,11,31; 14.1).


Os dons não podem ser usados para "exibição" pessoal, demonstração de "santidade" (espiritualidade) ou para provocar uma "overdose" espiritual. Ninguém cheio do Espírito Santo perde a consciência (sanidade mental), dando lugar às "piruetas" e giros descontrolados, caindo como loucos uns sobre os outros numa verdadeira demonstração de meninice e anarquia (1 Cor 14.20,32,33,37,40; Ef 4.14). Quando há desequilíbrio, desordem e indecência, logo a genuína manifestação espiritual dá lugar ao misticismo, manifestações irreverentes e estranhas e superstições descabidas.

O Diabo pode imitar a manifestação dos dons espirituais, assim como também, falsos crentes disfarçados como servos de Deus (Mt 7.21-23; 2 Cor 11.13-15; 1 Tm 4.1 cf. 2 Ts 2.9). Não devemos dar crédito a qualquer manifestação espiritual, mas devemos “provar se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo” (1 Jo 4.1 cf. 1 Ts 5.20,21).

Os dons promovem amadurecimento espiritual e plena edificação ao corpo de Cristo (igreja do Senhor) através da atuação e orientação divina. Revela segredos, opera milagres e prodígios, evidencia curas milagrosas, edifica, exorta, consola, nos leva a adoração, a expulsar demônios, reveste o crente de poder, nos conduz a presença de Deus em espírito e em verdade e nos inspira a pregar o evangelho com ousadia e intrepidez. Voltemos ao evangelho simples! Voltemos à Palavra de Deus!

Por Elder Dayvid Morais.

QUAL A VANTAGEM DE SER UM RELIGIOSO?


     Qual a vantagem de ser um "religioso", seguindo o curso de um mundo (sistema) cujas práticas culminam em morte, vícios, prostituição, idolatria, destruição e engano? Infelizmente, para o religioso, seja evangélico, católico ou qualquer outro que não se aplica à Palavra de Deus, as recomendações e mandamentos descritos na Bíblia não tem importância, são seguidas apenas pelos "fanáticos" ou "ignorantes", que não sabem desfrutar o "melhor" da vida. UM VERDADEIRO CRISTÃO SE ESPELHA EM CRISTO, NÃO SE PROSTRA DIANTE DE NINGUÉM (MUITO MENOS DIANTE DE IMAGENS), NÃO USA RELIGIÃO COMO PRETEXTO, NÃO SE MISTURA COM O PECADO, NÃO SE VESTE COMO UM QUALQUER, NÃO FALA COMO UM QUALQUER, NÃO ATUA COMO UM QUALQUER. FAÇAMOS A DIFERENÇA, POIS O DIA DO SENHOR ESTÁ PRÓXIMO! RELIGIÕES OU DENOMINAÇÕES NÃO PODEM SALVAR NINGUÉM, APENAS CRISTO NOS CONDUZ AO CÉU!

Voltemos ao evangelho simples!
Voltemos à Palavra!

A AUSÊNCIA DO EQUILÍBRIO RETRATA A IGNORÂNCIA.


     Nos púlpitos onde qualquer "manifestação espiritual" ou "unção sobrenatural" é mais evidente e relevante que a ministração da Palavra de Deus, e o legalismo ou libertinagem são mais defendidos que a genuína doutrina bíblica, A AUSÊNCIA DO EQUILÍBRIO RETRATA A IGNORÂNCIA E A NECESSIDADE DO VERDADEIRO AVIVAMENTO. A Bíblia nos ensina: Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias e estranhas, porque bom é que o coração se fortifique com graça, e não com alimentos que de nada aproveitaram aos que a eles se entregaram (Hb 13.9). Abaixo os mercadores da fé! Voltemos ao evangelho puro! Voltemos à Palavra!

Por Elder Dayvid Morais

OS DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO EM NOSSOS DIAS.

Não é novidade que anunciar as boas novas é algo singelo e especial para todo verdadeiro cristão. Através do “ide” glorioso do Senhor Jesus, recebemos a responsabilidade de pregar o evangelho a toda criatura, em todos os lugares, a tempo e fora de tempo (Mc 13.10; 16.15; 1 Cor 9.16; 2 Ti 4.2 cf. Mt 24.14). A questão é que nem todos os que professam fé cristã estão dispostos a assumir tal responsabilidade, talvez por negligência, timidez ou por omissão, o fato é que a maioria não se deu conta desse privilégio e perdem grandes oportunidades de falar de Jesus às pessoas ao redor.
Nos últimos dias, temos refletido e discutido sobre os mais variados métodos de evangelismo que nos permitam comunicar de forma eficaz a verdade ao pecador, de sorte que o mesmo compreenda o plano de Deus para a humanidade. É claro que a nossa missão é “apenas” pregar a Palavra, pois é o Espírito Santo quem convence o homem do pecado (Jo 16.8,9). Todavia, precisamos analisar alguns aspectos importantes na preparação e envio dos “evangelistas”, isto é, daqueles que semeiam as boas novas, já que o avanço da tecnologia, da informação e da rede social nos trouxeram grande conflito. O tal conflito, ao qual nos referimos, é a “administração” das vantagens e desvantagens no uso dessas ferramentas, da aproximação entre o êxito e o caos, entre a ingenuidade e a ignorância, entre a crença e a dureza de coração. Há semelhanças entre a perseguição e a liberdade religiosa, pois ambas refletem a cegueira e a ignorância bíblica e espiritual das pessoas, misturando as concupiscências com a incredulidade e a própria religiosidade com a desobediência à Palavra de Deus (Mt 22.29; Mc 12.14).
O verdadeiro evangelho é tão simples quanto poderoso, pois impacta a vida daqueles encontram a verdade absoluta em Cristo (Jo 14.6; At 4.12). O aumento exacerbado das heresias, doutrinas estranhas e falsas manifestações no seio das mais variadas denominações e seitas, trouxe grande prejuízo espiritual e doutrinário no contexto cristão religioso, já que a grande maioria das interpretações e ensinos vão de encontro ao evangelho simples ensinado por Jesus, pois estão cheios de malícias, conveniências e idolatria. Baseados em teologias baratas, onde o servo é patrão e o Senhor é submisso às “declarações da fé”, a maioria dessas igrejas se embaraçam no próprio engano e na religiosidade falaz, propagando ilusões e não o evangelho (1 Tm 4.1,2; 6.3-5,20; 2 Ti 3.1-5; 2 Pe 2.1-3 cf. 2 Cor 11.13-15).
A sutileza de novos supostos evangelhos foi predita e descrita pelo apóstolo Paulo na carta aos gálatas e serve de antídoto contra essa prática muito comum nos dias atuais (Gl 1.6-10). Não podemos conceber um evangelho midiático e moderno, onde a essência do evangelho de Cristo é negada a todo o tempo, através de ações e ensinos que trazem constantes escândalos, confusões e incredulidade aos corações (2 Tm 3.5). Não podemos confundir métodos eficazes de evangelização com o pragmatismo evidenciado em muitas igrejas, pois nem tudo o que “dá certo” tem a ver com o evangelho. Há muitos que estão usando os textos sagrados como pretextos para “cair na folia” e desfrutar de tudo o que o mundo oferece sob proteção e “aprovação” divina (2 Ti 4.3,4).
A igreja de Cristo é santa e não comunga com as coisas desse “mundo” (2 Cor 6.14-18; Tg 4.4). Precisamos aprender com as dificuldades e seguir pregando o evangelho de Cristo com alegria, temor e amor, a fim de conduzir os homens aos pés de Cristo, ao conhecimento da graça de Deus. Voltemos ao evangelho simples! Voltemos à Palavra!


Por Elder Dayvid Morais

A VERDADEIRA CHAMADA MISSIONÁRIA...

A verdadeira chamada missionária precede uma história de convicção, renúncia e amor às almas. Não se faz missões com "discursos improvisados" ou "histórias coloridas", não é algo que nasce da noite para o dia, mas é algo que se reflete no rosto e na vida. Na verdadeira chamada missionária não há espaços para as "conveniências", para "projetos" pessoais, nem falsas motivações, não é um meio de vida, não se prende ao ego falaz. Não se faz missões pensando em si mesmo, mas naqueles que precisam ouvir o evangelho. Missões é algo nobre, onde a humildade precede a honra, onde renúncia precede a graça; Missões é a força latente do coração de Deus; É o amor divino que se torna evidente; É o calor intenso dessa chama ardente do evangelho simples que transforma a gente.


Missões está no coração de Deus...
Está no meu coração...
Está no seu também?



Discipulado nos Lares - Início da Obra Missionária no Panamá.

Meus amados irmãos, a paz do Senhor! Seguindo a orientação do Espírito de Deus, iniciamos uma nova etapa nesse início de trabalho missionário no Panamá. O estudo sistemático da Palavra de Deus através do discipulado nos lares, tem sido a maneira que o Senhor nos deu para levarmos o evangelho simples e verdadeiro aos amados panamenhos. Contamos com as orações e apoio da igreja do Senhor Jesus, a fim de seguir levando a Palavra de Deus com alegria e ousadia, superando as lutas e desafios que nos sobrevêm. Que Deus permaneça abençoando a todos abundantemente!

 

 
 
 
 

Dia 22 de Fevereiro de 2015.

Por Elder Dayvid Morais

O começo de uma nova história missionária...

Meus amados irmãos, a paz do Senhor! Hoje foi um dia muito especial para todos nós. Para glória de Deus, realizamos o primeiro culto no campo missionário e foi possível ver e sentir pela fé o que Deus tem reservado para o trabalho missionário no Panamá. É apenas o começo de uma nova história que Deus está escrevendo, mas, seguramente, temos muito a agradecer e comemorar. Louvamos a Deus, porque até aqui Ele tem nos ajudado, e temos a certeza de que Ele continuará com as suas mãos estendidas abençoando a todos abundantemente!




Dia 08 de fevereiro de 2015.

Por Elder Dayvid Morais

Missões em República do Panamá, um novo desafio!

Para glória de Deus, dia 11 de Janeiro de 2015, chegamos à cidade do Panamá (capital do Panamá). Fomos recebidos pelos irmãos Victor Sánchez e família, Inaldo Demesio e esposa Iris e Roberto Reyes e Família. Após a recepção calorosa dos nossos queridos irmãos, fizemos a primeira oração em solo missionário, desfrutando da alegria e da misericórdia do Senhor. Amados, contamos com as vossas orações e apoio, pois sabemos da nossa responsabilidade diante deste grande desafio e confiamos plenamente no cuidado do Senhor. Que Deus permaneça abençoando a todos!

 

Dia 11 de Janeiro de 2015.

Por Elder Dayvid Morais

A família e os desafios da convivência e da comunhão.

Eu li, recentemente, uma frase que me motivou a refletir sobre a família e os desafios da convivência e da comunhão. A frase dizia: “Para estar na lembrança de seus filhos amanhã, você tem que estar na vida deles hoje” (Autor desconhecido). Percebi que a relação entre o passado, o presente e o futuro de uma família se desenha em momentos simples, mas que marcam a existência da mesma. Em nossos dias, as “distâncias” entre os membros de uma família vão além das questões físicas e encalharam na falta de atenção, comunhão e no isolamento que o egocentrismo promove. Pela lógica, no âmbito familiar, seus membros deveriam ter tudo em comum, superando as diferenças de temperamento, caráter e personalidade. Naturalmente, a comunhão entre os membros uniria a família ao ponto de vencer as mais variadas dificuldades e triunfar desde os planos mais simples até os problemas mais difíceis como doenças graves ou necessidades diversas.
Durante muitos anos, muito se falou sobre o diálogo no seio da família e sobre a importância dessa ferramenta na construção de uma prole sólida e vencedora. Nesses últimos dias, um novo tema tem sido abordado com frequência em discussões e reflexões nos meios de comunicação. Estamos falando do avanço da rede social e dos benefícios e malefícios que ela tem trazido aos nossos dias. No meio social, existe uma discussão baseada numa crítica comum, de que no ambiente familiar, as pessoas mesmo reunidas, isto é, “presentes fisicamente”, estão “separadas mentalmente”, diminuindo o afeto e o amadurecimento das relações. As crianças estão trocando as brincadeiras ingênuas e sociáveis pelos tabletes e celulares de última geração. Outro dia, minha filha me surpreendeu, fazendo coisas no meu celular que nem eu mesmo conseguia fazer. Seria a tecnologia, a responsável por estas mudanças tão gritantes? A informação (e a comunicação) em tempo real “encurtam” as distâncias ou isolam as pessoas? O que separa as pessoas ou a família, mesmo que fisicamente dividam o mesmo espaço?

Talvez para muitos seja imperceptível, mas existe é um perigo tão sutil quanto letal no ambiente familiar, capaz de separar estando junto, distanciar estando perto, aborrecer mesmo amando. Falo do egocentrismo, que baseado num conceito comum é a denominação da característica de uma pessoa que acha que o mundo gira a seu redor, isto é, atributo da personalidade humana que remete ao indivíduo que sempre prioriza a si mesmo (seus desejos, pensamentos e necessidades) diante da realidade. Trata-se de uma atitude pessoal que atinge o coletivo, pois tudo o que fazem, dizem ou pensam é sempre superior a qualquer outro, e isto, aliado ao desinteresse ou falta de preocupação com quem está ao lado. O egoísmo impede um abraço, uma palavra de gratidão e é incapaz de proporcionar um momento de amizade ou diversão, além de macular os mais sinceros relacionamentos. Quando estamos no “nosso” quarto, no “nosso” computador, no “nosso” celular, em “nosso” mundo, deixamos passar despercebidos momentos simples, porém capazes de encher nossos corações de alegria, como o sorriso dos filhos, o carinho do cônjuge e a maravilha de está reunido em família. Foi aí que percebi com passar do tempo, que "o que separa as pessoas não é a distância, mas a vontade de se vê. E não é a questão do tempo (ter ou não), mas do interesse de compartilhar".
Todos os dias, o Senhor nos dá novas oportunidades de viver, de refletir, de corrigir, de recomeçar. Ainda dá tempo de rever os nossos conceitos, nossos valores, repensar nossas ações, nossas atitudes, aprender a olhar de lado para aqueles que estão bem perto com o interesse no bem comum, com amor e com afeto. Se a vida nos levar para longe, talvez um dia aprenderemos com a saudade o que, de fato, a família represente para cada um de nós. Mas se a vida nos brindar a chance de estarmos juntos, não desperdicemos a oportunidade de aprender ainda mais sobre ela e toda a sua beleza e importância. Quando a família é, de fato, o nosso maior patrimônio, o “eu” e o “nós” caminham lado a lado, e mesmo divergentes em alguns assuntos ou opiniões, seremos unânimes no triunfo, no respeito e no amor. Dê valor a sua família para que todos os dias ela seja uma bênção para todas as famílias da terra.

Por Elder Dayvid Morais.
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