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Visitando os filhos na fé...

   Depois de quase três anos de muitas saudades e expectativas, o Senhor nosso Deus me concedeu a alegria de voltar ao campo missionário para rever os meus filhos na fé, irmãos em Cristo e amigos que deixamos nas cidades de Guayaquil e Daule, província de Guayas, Equador. Foi apenas dez dias, porém vividos com muita emoção e intensidade, cheios de sentimentos encontrados e muito, muito amor em Cristo. Foi lindo reviver os dias em que compartilhávamos a Palavra de Deus em plena comunhão, desfrutando da simplicidade e grandeza do genuíno Evangelho de Cristo. Vale salientar, que não foi nada programado com os irmãos, mas uma bela surpresa que tive o prazer de planejar e executar com a graça de Deus. Louvo e exalto ao Senhor, que por sua infinita graça e misericórdia me presenteou tamanha emoção, amor e comunhão junto aos meus queridos.





















Pr. Elder Morais

CARACTERÍSTICAS DE UN MENSAJE EVANGELIZADOR

1. DEBE SER BÍBLICO. Debemos basar el mensaje y todo su desarrollo en textos bíblicos que revelan claramente el plan de salvación concedida por Dios para rescatar a los hombres de la condenación, del pecado y del juicio (2 Ti 3.16-17; 2 P 1.20). Un mensaje bíblico se basa en la sana doctrina y no en fábulas o supuestas revelaciones (2 Ti 4.2).

2. INSPIRADO POR EL ESPÍRITU SANTO. El que transmite el mensaje no debe actuar solamente como un "altavoz u orador" común, sino seguir la orientación del Espíritu Santo y "permitir" que a través de su poder nos conduzca al estudio de la Palabra y nos inspiren a decir no lo que queremos, sino lo que el pecador necesita de oír (Jn 16.8; 2 P 1.21).

3. BASADO EN CRISTO JESÚS. No podemos hablar del evangelio sin aclarar los elementos esenciales de la vida del Señor Jesucristo: Su nacimiento, ministerio, enseñanzas, muerte y resurrección. Él es el tema central de las Escrituras Sagradas; la Palabra de Dios encarnada, el cumplimiento de las promesas de Deus (Lc 24.44; Jn 1.45). Jesús es claramente presentado en el Antiguo Testamento como el Mesías prometido (Is 7.14; 9.6,7; 40.3; Jer 23.5,6; Os 6.2), mientras que en el Nuevo Testamento es presentado como único y suficiente salvador (Jn 3.16; Hch 4.12; 1 Ti 2.4-6). Él es el verbo de Dios (Jn 1.1,2,14; 5.39; 20.30,31). Es el misterio de Dios revelado (Ro 16.25,26; Ef 3.3-5; Col 1.26,27; 2 P 1.19-21).

4. DEBE SER OBJETIVO. Todo el desarrollo del mensaje debe reunir esfuerzos para conducir el entendimiento a un solo punto: "Comunicar" al pecador sobre los hechos del evangelio (Ef 3.8; 6.19). Enredarse en historias o cuentos no aclara a los pecadores la necesidad de salvación.

5. DEBE TENER UN LENGUAJE CLARO. El pensamiento humano se comunica a través del lenguaje. Por lo tanto, el predicador debe transmitir el mensaje bíblico con un lenguaje claro y comprensivo, evitando largos sermones basados en estudios que mezclan teología, religión o temas seculares (1 Co 14.9).

PROYECTO MISIONERO ID & PREDICAD
SIDEB - Seminario Itinerante de Enseñanza Bíblica
Msro. Elder Dayvid Morais

A Evangelização através das Missões não é prioridade...

Quando vejo esmorecer um trabalho missionário edificado com tanto esforço, com tanto amor e determinação, firmado na renúncia e resignação, aumenta em meu coração a convicção de que fazer missões e a evangelização dos povos não é um compromisso ou prioridade das instituições evangélicas e suas lideranças, mas da genuína Igreja de Cristo, que se move por amor às almas. É aí que percebemos, que "Missões" está no sangue, não nas palavras!


Cuando veo desvanecer un trabajo misionero edificado con tanto esfuerzo, amor y determinación, firmado en la renuncia y resignación, crece en mi corazón la convicción de que la evangelización de los pueblos a través de las misiones, no es un compromiso o prioridad de las instituciones evangélicas y sus líderes, sino de la verdadera Iglesia de Cristo, que se mueve por amor a las almas. Así entendemos, que el hecho de hacer "misiones" se encuentra en la sangre de un escogido, no las palabras de los religiosos!

Por Elder Dayvid Morais.

Humildade e carisma não se compram...


Humildade não se compra, não se evidencia na "auto-promoção", nas palavras de lisonja ou bajulação. Assim como carisma não se adquire da noite para o dia com sorrisos forçados ou gestos disfarçados. São características que se evidenciam no dia a dia, no aperto de mão, num abraço apertado, na compaixão e na comunhão com aqueles que estão ao seu redor. Seguindo o seu exemplo, aprendamos de Jesus, aprendamos com Jesus. Voltemos à simplicidade do evangelho!

Por Elder Dayvid Morais.

Missões na cidade do Panamá, República do Panamá.

OREMOS POR ESTA CIDADE, POIS ESTAREMOS INICIANDO NOS PRÓXIMOS MESES A OBRA MISSIONÁRIA E A IMPLANTAÇÃO DA NOSSA PRIMEIRA CONGREGAÇÃO. SEM DÚVIDAS, UM GRANDE DESAFIO, MAS ESTAMOS CONVICTOS DE QUE DEUS ESTÁ CONOSCO! Missões na cidade do Panamá, República do Panamá. Uma das mais belas e movimentadas cidades da América Latina, a cidade do Panamá é conhecida por suas belas praias e cultura, sendo um excelente centro de compras e de intensas atividades econômicas. Além da arquitetura moderna e deslumbrante, e lindas paisagens naturais, a cidade tem ainda, o canal do Panamá que liga os oceanos pacífico e atlântico (Mar Caribe) em uma travessia chave para o comércio marítimo internacional. Por aí, passam anualmente milhares de embarcações. A cidade conta, ainda, com um dos maiores e mais modernos aeroportos do mundo, ligando os países e continentes. Sua população é de 880.691 habitantes, entre panamenhos e estrangeiros do mundo inteiro. Tem um custo de vida alto, pois recebe não somente turistas, mas empresários e investidores do mundo inteiro.


Estamos no Panamá há pouco mais de três meses, e como todo missionário consciente da sua chamada, estamos cheios de planos, propósitos e expectativas. Todavia, estamos passando por um período importante de adaptação, e isso exige de nós extrema paciência, pois transcultura-se é algo extremamente difícil, lento e muitas vezes doloroso. Isso envolve tempo, cultura, costumes, estabilidade, reconhecimento, saudade, solidão, enfim, uma série de questões que só mesmo àqueles que já estiveram no campo missionário são capazes de mensurar. Não são poucos os desafios e dificuldades que temos enfrentado desde que chegamos, mas nenhuma delas são capazes de apagar a chama acessa em nossos corações. Estamos convictos de que o Senhor tem algo muito especial reservado para todos nós! De maneira que estamos felizes pela responsabilidade e pelo privilégio de estarmos aqui. Peço-lhes que continuem orando por nós, a fim de que o Senhor permaneça nos ajudando nessa nobre causa e missão. Que Deus vos abençoe plenamente!


"PROFETAS" PERDIDOS ENTRE SONHOS E DELÍRIOS!

Amados, temos observado um aumento considerável de "profetas sonhadores" nesses últimos dias, trazendo consigo grandes fantasias sobre temas diversos, como: a vinda de Cristo (arrebatamento), o céu e o inferno, manifestações espirituais, etc. São histórias tão criativas quanto relativas, cheias de contradições, sem nenhum fundamento bíblico ou conexão com a realidade. Quando dizem algumas coisas que tenham a ver com as Escrituras, as contam num tom de suspense, tentando provocar o medo ao invés do temor, a imposição ao invés da reflexão, sem contar com “atitudes” que aparentam humildade, como chorar, falar em línguas, etc., mas no fundo, tentam “demonstrar” certa espiritualidade ou santidade acima da média (Jr 14.14).

Se lermos a Palavra de Deus com atenção e devoção, veremos claramente que tudo o que diz respeito aos "sonhos", "revelações" e "visões" foram experiências específicas, com pessoas específicas e em momentos específicos. Nunca se tratou de algo generalizado ou banalizado como vemos nos dias de hoje. Ademais, vale realçar, que tudo o que foi devidamente revelado e descrito na Palavra de Deus tinha a finalidade de alcançar as gerações posteriores, o que nos indica visivelmente a função descritiva e não normativa (via de regra) dos Textos Sagrados.

Na carta aos Hebreus 1.1,2, lemos que Deus FALOU muitas vezes, de MUITAS MANEIRAS e também pelos PROFETAS. Porém, nos últimos dias, nos falará através do FILHO – que é o VERBO de Deus, a REVELAÇÃO DO MISTÉRIO de Deus que estava oculto desde os tempos da eternidade, agora asseverado nas ESCRITURAS – (Jo 1.1,2,14; Rm 16.25-27). Está evidente que todas as maneiras usadas por Deus para falar com o seu povo eram apenas "sombra" da verdadeira revelação da sua Palavra em Cristo, concedendo assim, grande privilégio à atual geração (Ler Ef 3.4,5,9; Cl 1.26,27).

Quando ouço áudios ou vejo vídeos de supostos "profetas" expondo os seus delírios, dizendo que viram o céu, o inferno, "a glória de Deus", os anjos e outras coisas do gênero, sinto grande tristeza em perceber a gritante diferença entre os tais e os nobres profetas e apóstolos da Bíblia, tais como o profeta Isaías, que reconheceu o seu pecado, chegando pensar que ia morrer por não merecer tamanho privilégio de ver o Senhor assentado em um alto e sublime trono (Is 6.1-8). E o que dizer do apóstolo Paulo, que foi arrebatado ao terceiro céu – ao paraíso –, vendo e ouvindo coisas inefáveis que ao ser humano não é lícito falar (2 Cor 12.1-5). A ignorância bíblica dos supostos profetas atuais é apenas um retrato da rejeição à leitura devocional e ao estudo responsável das Escrituras, propondo em suas “visões” e mensagens um caminho mais curto – atalho – para as revelações divinas.

Temos inúmeros textos que enaltecem a supremacia da Palavra de Deus, e, no entanto, parte da igreja atual perde o seu precioso tempo com contos de fadas, fábulas ou "revelações" cheias de relatividade e engano. A Bíblia diz que as coisas ocultas (ou encobertas) pertencem ao Senhor, mas a reveladas são para todos nós, sendo escritas para o nosso ensino e esperança (Dt 29.29; Rm 15.4). Jesus em suas palavras, disse: Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que dão testemunho de mim (Jo 5.39). A Palavra de Deus é a profecia mais segura, divinamente inspirada, viva e eficaz, penetrante ao ponto de dividir alma e espírito, e é apta para discernir os pensamentos e intenções, sendo suficiente para ensinar, redarguir, corrigir e instruir em justiça (2 Tm 3.16; Hb 4.12,13; 2 Pe 1.19-21). Assim nos diz a Palavra de Deus: Não devemos ir além do que está estrito (1 Cor 4.6).

Quanto aos supostos "profetas", assim diz o Senhor: Tenho ouvido o que dizem esses profetas que profetizam mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei. Até quando se achará isso no coração dos profetas que profetizam mentiras, e que profetizam do engano do seu próprio coração? Os quais cuidam fazer com que o meu povo se esqueça do meu nome pelos seus sonhos que cada um conta ao seu próximo, assim como seus pais se esqueceram do meu nome por causa de Baal. O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele que tem a minha palavra, fale fielmente a minha palavra. Que tem a palha com o trigo? diz o Senhor. Não é a minha palavra como fogo, diz o Senhor, e como um martelo que esmiúça a pedra? Portanto, eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que furtam as minhas palavras, cada um ao seu próximo. Eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que usam de sua própria linguagem, e dizem: Ele disse. Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com a sua vã jactância; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e eles não trazem proveito algum a este povo, diz o Senhor (Jr 23.25-32).

VOLTEMOS À SIMPLICIDADE DO EVANGELHO!
VOLTEMOS À PALAVRA!

Por Elder Dayvid Morais.

OS SONHOS SÃO REVELAÇÕES DE DEUS?

O conceito comum (definições da religião, ciência e cultura) indica que o sonho é uma série de imagens (ou cenas), por vezes confusas, ilógicas ou contraditórias, que se apresentam (ou se reproduzem) mentalmente durante o sono; É, literalmente, o que aparece no sono. Também sinônimo de: visão; utopia; ficção; fantasia. E no sentido figurado, podem ser entendidos como: objetivo; desejo; ideal.

De acordo com a Palavra de Deus, o sonho é fruto das “muitas ocupações ou tarefas” [Eclesiastes 5.3 – Porque da muita ocupação vêm os sonhos...], e, sem dúvidas, está associado à vaidade humana, perspectivas e desejos pessoais, informações diárias e de tudo aquilo que vemos, ouvimos e vivemos ao longo da vida [Eclesiastes 5.7 – Porque na multidão dos sonhos há vaidades...].

Apesar de encontrarmos na Bíblia diversos exemplos de que Deus falou com alguns através de sonhos, exemplo: José (Gn 37.5,9); Faraó no Egito (Gn 41.1,5,25-32); Daniel (Dn 7.1); José, marido de Maria (Mt 1.20,24), não encontramos nenhum indicativo de que tal manifestação seja válida para os dias de hoje, ou seja, não lemos nenhuma orientação doutrinária que sugira que Deus ainda continua falando por sonhos, sobretudo, no Novo Testamento. Apesar de reconhecer que Deus é Soberano e fala como e quando Ele quer, cremos que a sua Palavra viva e revelada a todos nós, é suficiente em tudo, não havendo assim, a necessidade de novas revelações [Hebreus 4.12 – Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração]. Está claro, que tudo o que lemos sobre os sonhos nas Escrituras não tem cunho normativo – não é uma regra –, mas descritivo, servindo-nos apenas como referências, exemplos da atuação divina antes da revelação da Palavra escrita, e, portanto, não devemos tomá-los como uma via de regra doutrinária. Diferente de outrora, quando a revelação das Escrituras estava em andamento, hoje, nós temos a Palavra de Deus escrita, suficiente e disponível! Jamais inspirada ou regida pelo pensamento humano, mas revelada pela vontade soberana do Senhor nosso Deus [2 Pedro 1.21Porque a palavra profética nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo].

Analisando com atenção os inúmeros exemplos descritos na Palavra de Deus, concluímos que os propósitos das manifestações dos sonhos eram específicos, para pessoas específicas e em momentos específicos. Não eram manifestações aleatórias, generalizadas ou cheias de interpretações contraditórias, confusas e convenientes, como se evidencia no seio das igrejas neopentecostais e liberais. Quando lemos em Hebreus 1.1, que “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas...”, entendemos evidentemente que os sonhos fazem parte desse contexto e que Deus não falou somente pelos sonhos, mas também através dos anjos, visões, revelações e até animais. Todavia, nenhum sonho ou manifestação espiritual, experiência sobrenatural, visão ou “revelação extraordinária” está sobre a autoridade da Palavra de Deus, pois somente ela é absoluta, infalível e inerrante! [2 Timóteo 3.16,17 – Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra].

Apesar de toda mística criada e defendida por muitas religiões em seu entorno, podemos afirmar, que tudo o que se refere aos sonhos são relativos, pois muitas vezes não passam de “criações de uma mente cansada ou repleta de informações diárias”, sem estar necessariamente ligado ao “falar de Deus” ou às profecias bíblicas. A mente (imaginação) humana pode reunir os traumas, medos, preocupações, dores, ansiedades, desejos, experiências e outros sentimentos, criando verdadeiros “filmes” de comédia, de ficção ou de terror, dos mais variados e criativos (isso é atestado pela ciência). Sem contar os pesadelos que também são responsáveis pelo espanto noturno e pelas inquietações durante sono. De sorte, que não devemos dar aos sonhos tanta importância, já que a “criatividade” e a “imaginação fértil” são marcas registradas (Jd 1.8). Ademais, nenhum cristão ou religioso detém a exclusividade do “sonhar”, já que todos, qualquer um, rico ou pobre, crente ou incrédulo, temente ou escarnecedor, justo ou injusto, homem, mulher, velho ou criança podem sonhar à vontade.

Trazendo para o contexto cristão contemporâneo, a evidente ignorância bíblica, promove excessivamente os sonhos como revelação de Deus, tentando dar status de algo sobrenatural ou divino, mesmo quando não há qualquer conexão com a Palavra ou mesmo com a realidade. A cultura de “espiritualizar” toda manifestação ou qualquer experiência pessoal, instalada na teologia liberal e nas igrejas neopentecostais, banalizam as verdadeiras revelações descritas na Palavra de Deus e generalizam os sonhos e as supostas “revelações”, confundindo os indoutos e até mesmo líderes religiosos com fortes tendências às práticas do pragmatismo e da “profetada” baseada em adivinhações e conveniências, sendo essa última, prática dos videntes e falsos profetas [Jeremias 23.25 – Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, profetizando mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei...] (cf. Jr 14.14; 23.25-32).

Em contraste com a revelação absoluta da Palavra de Deus, não são poucos os conflitos que giram em torno dos sonhos, pois além de comprovadamente relativos, podem ser facilmente esquecidos, ou relembrados em lampejos, ou mesmo, manipulados ao misturar a realidade e a ficção num pretexto conveniente ou num estado de perturbação mental. O fato, é que os sonhos não merecem confiança, tamanha sua relatividade e confusão. E se numa remota possibilidade, acreditares que Deus falou contigo, deves buscar uma explicação, submetendo a tua mente à Palavra de Deus e somente nela buscar algum respaldo. Se encontrar, trate de aplicá-la à sua vida, de maneira muito pessoal, caso contrário, não perca o seu tempo precioso preocupado com isso, antes bem, leia e medite na Palavra de Deus com devoção, temor e amor, pois só ela é digna de total confiança e obediência [Romanos 15.4 – Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança]. Devemos valorizar a Palavra de Deus seguindo as suas orientações e mandamentos (Dt 29.29; Sl 1.2; Jo 5.39; Tg 1.25), aprendendo a cada dia a não ir além – ultrapassar – daquilo que foi escrito (1 Cor 4.6).

Em resumo, a Palavra de Deus é absoluta, infalível e plenamente confiável. Enquanto que os sonhos são relativos e incertos, frutos da imaginação criativa ou perturbada da mente humana. Os sonhos não são exclusivos dos crentes ou religiosos, pois qualquer pessoa, até mesmo os ateus podem sonhar à vontade. Na hipótese de acreditares que Deus falou contigo através de um sonho, busque sabiamente respaldo nas Escrituras e aplique-o à sua vida de forma pessoal. Contudo, esteja ciente, que biblicamente, não se trata de uma regra doutrinária a ser seguida ou ensinada, senão de uma – possível – experiência pessoal. Caso contrário, não perca o seu tempo com tais coisas, pois os sonhos, bons ou pesadelos, definitivamente, não merecem confiança. Voltemos à simplicidade do evangelho! Voltemos à Palavra!

Por Elder Dayvid Morais
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