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O CORAÇÃO E O VERDADEIRO TESOURO


Em Mateus 6.19-21, lemos: “Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem os corroem, e onde os ladrões arrombam e roubam. Mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem corroem, e onde os ladrões não arrombam nem roubam. Pois onde estiver o vosso tesouro, aí estará o seu coração.”

O que Jesus estava dizendo é que o coração se apega àquilo que mais estima, e, que, portanto, os “tesouros” mais valiosos jamais deveriam ser as coisas materiais, e sim, as bênçãos espirituais (Cl 3.1,2; 1 Tm 6.19). É claro que Jesus não estava combatendo o fato de as pessoas planejarem ou lutarem pelos seus ideais, mas rechaçava claramente a inquietação de muitos em relação ao futuro, enfatizando logo em seguida, que ninguém pode servir a dois senhores, isto é, ou servimos a Deus ou servimos às “riquezas” (Mt 6.24).

Infelizmente, não são poucas as pessoas que estão cada vez mais distantes de Deus por causa dos prazeres que o mundo oferece (2 Tm 3.1-5). Muitos não admitem, mas as “riquezas e deleites deste mundo” desvirtuam as necessidades, gerando ansiedades, preocupações e descontentamentos que culminam na falta de temor e tempo para Deus e no desprezo pela sua Palavra (Mt 6.25-34; Lc 8.14; Ef 5.15-17; 1 Pe 5.7,8 cf. Sl 127.2). Vigiemos, pois os caprichos alimentam a avareza, e esse tal apego ao dinheiro e aos bens materiais se revela de forma sutil e nociva como idolatria, tirando de Deus a primazia (Cl 3.5).

O apóstolo Paulo enfatizou em seus ensinos, que devemos nos contentar com o que temos, evitando assim, as armadilhas e desejos insensatos que resultam em ruína e perdição, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (1 Tm 6.7-10). Em Provérbios 30.8,9, lemos: “Afasta de mim a vaidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que for necessário, para não acontecer que, estando eu farto, te negue e diga: “Quem é o Senhor?” Ou que, empobrecido, venha a roubar e profane o nome do Senhor.”

Entendendo isso, aqui cabe as seguintes indagações: Qual tem sido a prioridade do seu coração? O que ele mais estima? O que você tem feito para Deus? Que o Senhor nosso Deus permaneça nos abençoando plenamente e ajude a vivermos em sua Palavra.


A IMPORTÂNCIA DA PODADURA


No cuidado de um jardim ou plantação, uma técnica de grande importância para manter as plantas e árvores saudáveis, frondosas e com a aparência desejada é a podadura. Mais do que embelezar, a poda é fundamental para a saúde e nutrição, permitindo-nos realizar o devido trato em árvores ou plantas, que na maioria das vezes crescem de forma “desregrada”, gerando situações de contaminação, enfraquecimento, ressecamento e desconformidade dos galhos, folhagens e frutos.

Os ramos que muitas vezes adoecem, tendem a contaminar os outros e por fim toda a árvore ou planta. Galhos secos ou mortos atrapalham o crescimento saudável da árvore, bem como a beleza e nutrição da planta, e, por essa razão, precisam ser removidos. A ação de aparar e eliminar os “excessos” é necessária para preservação e manutenção da vida, levando-nos a entender que a podadura vai além de questões de estéticas ou mera aparência.

Jesus nos ensinou em sua Doutrina: Eu sou a videira verdadeira, e o meu Pai é o lavrador. Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, Ele o corta; e todo aquele que dá fruto Ele limpa, para que produza mais fruto ainda. Vocês já estão limpos por causa da Palavra que lhes tenho falado. Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Como o ramo não pode produzir fruto de si mesmo se não permanecer na videira, assim vocês não podem dar fruto se não permanecerem em mim. Eu sou a videira, vocês são os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim vocês não podem fazer nada. Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam. Se permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será feito. Nisto é glorificado o meu Pai: que vocês deem muito fruto; e assim mostrarão que são meus discípulos (Jo 15.1-7).

Que tipo de ramo é você? Tens produzido frutos em abundância? Você está de acordo com a Doutrina de Cristo ou vive “desregrado”? Vives em obediência? Qual tem sido a sua prioridade, a obra de Deus ou atividades pessoais? Pense nisso, reflita! Talvez o problema não seja a sua igreja ou seu pastor. Talvez o problema seja o que você planta e cultiva em seu coração.


O tempo, o caráter e a aparência - Parte 2

O tempo nos traz experiências que moldam e fortalecem o nosso caráter, nossas ações e sentimentos. Existem experiências que nos ensinam a valorizar a vida, outras que destacam os princípios e valores da nossa formação e muitas outras que não nos deixam esquecer quem realmente somos e de onde viemos.
Infelizmente, apesar das muitas experiências, a busca pelo poder, pela “visibilidade”, pelos “privilégios” ou pelas conveniências têm cegado muitas pessoas, levando-as a um caminho perigoso de bajulação, lisonja e até promiscuidade.
Em meio aos esquemas, falsas amizades e acordos espúrios, traições e discórdias adornam as máscaras dos que aparentam “santidade no palco”, mas, na verdade, nos bastidores são imorais e desonestos. Com o passar do tempo, o que levaria uma pessoa, que pelas próprias forças, intelecto ou capacidade poderia vencer na vida, entregar-se ao disparate da bajulação e da falsidade?
Acredito piamente, que uma pessoa cujo caráter é verdadeiramente provado pelas mais diversas circunstâncias, não compactua com atitudes medíocres, não negocia valores, nem abandona os princípios aprendidos ao longo da vida.
Jamais devemos confundir gratidão com adulação, pois a gratidão tem a ver com respeito, dignidade, seriedade, muito diferente da baixeza mais vergonhosa que é bajulação, que é a moeda de troca entre hipócritas e enganadores.
O tempo nos ensina que uma vida simples, fruto de um coração humilde e comprometido com Deus é tudo o que precisamos para sermos realmente felizes. Se quisermos realmente refletir a Cristo em nossas ações, sigamos o que nos recomenda a Palavra da Deus: Quanto ao mais, meus irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai (Fl 4.8).

Pr. Elder Morais

O tempo, o caráter e a aparência.

Curiosamente tenho observado a preocupação de muitas pessoas com a aparência, tentando fugir do tempo, das marcas, das cicatrizes e até do envelhecer. O tempo é realista, por vezes generoso, outras vezes nem tanto, mas o fato é que ele não volta, não recua, não recomeça, e muitos não entendem que o tempo expressa apenas o que vivemos e como vivemos. Ele não perde tempo com quem não tem tempo, também não escraviza, nem detém a ninguém, mas se torna refém de quem não sabe administrá-lo e não valoriza a importância que tem.
Se gordos ou magros, se altos ou baixos, não é a aparência que define a essência, não são as fotos que descrevem quem somos. Nem tudo é o que parece, pois a beleza é vã e a formosura é passageira, e enquanto para muitos a beleza está nos adornos, na “maquiagem” ou nas edições das fotos, a Bíblia nos diz que a beleza tem a ver com o caráter, com modéstia, com o domínio próprio (Pv 31.30; 1 Tm 2.9,10; 1 Pe 3.3,4).
Em meio a uma rotina ativista e “moderna”, não é difícil encontrar pessoas confusas que não discernem entre a vaidade e a autoestima, se pintam, se enfeitam, escondem marcas, rugas, reflexos, não admitem que o tempo está passando, se esquecendo que na eternidade, onde todos irão, a aparência não tem qualquer importância.
Por isso, viva o hoje, viva o agora, pois o que passou passou, e as marcas são adornos da experiência, as rugas os enfeites da maturidade. Seja você, siga firme; seja do tamanho da sua modéstia; seja belo quão bela é a vida e a simplicidade; seja simples e não escravo da “aparência” e da vaidade.

INIMIGOS DECLARADOS OU FALSOS AMIGOS?


A vida cristã, bem como o ministério e a liderança estão cercados de grandes desafios, batalhas cruentas, perseguições e injustiças. Todos aqueles que procuram viver uma vida justa e piedosa enfrentam a maldade, a inveja e o ódio de homens sem caráter e sem amor. Não é de hoje, que pessoas como Coré, Seba, Hamã, Sambalate, Tobias, Judas, Alexandre, Himeneu, atuam disfarçadamente como "companheiros", "assistencialistas", "prestativos", mas no fundo distorcem verdades, maquinam maldades e tentam a todo custo destruir relações, amizades e até famílias.

O salmista Davi revelou a triste e amarga semelhança entre a ação dos inimigos e a traição de um amigo íntimo: Os meus inimigos falam mal de mim, dizendo: Quando morrerá ele, e perecerá o seu nome? Até o meu amigo próximo, em quem eu tanto confiava, com quem compartilhava o meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar (Sl 41.5,9). O nosso Senhor Jesus foi traído por Judas, mesmo tratando-o como amigo e companheiro, mesmo ensinando a verdade e o amor (Lc 22.21,48 cf. Pv 27.6). O apóstolo Paulo descrevendo as agruras e os perigos da vida ministerial, escreveu: "...em perigos de salteadores, em perigos dos compatriotas, em perigos dos que não professam a fé cristã, em perigos na cidade, em perigos no campo, em perigos entre os FALSOS IRMÃOS" (2 Cor 11.26).

Por que hoje seria diferente? Já percebeu que é sempre um "beijo" que antecede a traição? É preciso ter cuidado com os afagos, certos abraços, palavras lisonjeiras, pois tudo isso representa o tal beijo asqueroso e maligno. A Bíblia nos diz que "Deus abomina aqueles que semeiam contendas entre irmãos" (Pv. 6.19), bem como nos ensina a nos afastar daqueles que se dizem "irmãos", mas, na verdade, são mundanos, maldizentes e provocam divisões e escândalos (Rm 16.17; 1 Cor 5.11). Mesmo diante de tais verdades bíblicas, ainda assim, estamos rodeados de pessoas maliciosas, mentirosas e cheias de rancor, que escondendo o ódio tem lábios falsos, e espalham calúnias em suas imundícies e insensatez (Pv 10.18).

Precisamos nos apegar à graça que há em Cristo para não cair na provocação de homens insensatos e imundos. Não percamos tempo valorizando os insultos, pois a Bíblia diz que Deus "conhece os homens falsos e enganadores" (Jó 11.11). Que o nosso foco seja sempre fazer o melhor na obra de Deus, que os nossos olhos permaneçam firmes em Jesus, que suportando a cruz, desprezou a afronta (Hb 12.2). Que todo o mal que descarreguem sobre nós, se convertam em bênçãos para glória de Deus!

Pr. Elder Morais

Cuidado com o Exibicionismo e a Religiosidade falaz.


Sobre o privilégio de haver sido chamado por Deus para trabalhar na sua obra, sobre o uso adequado dos dons espirituais e a vivência plena de uma vida cristã e espiritual, a Bíblia nos alerta sobre os perigos da religiosidade falaz e falsa modéstia que maculam a nossa relação com Deus. Em Romanos 12.3, lemos: “Não pense de si mesmo além do que convém, antes, pense com moderação”. Não são poucas as recomendações do Senhor nosso Deus acerca dos riscos de fracassos espirituais provocados pela vaidade, orgulho e o egocentrismo no coração dos homens (Pv 3.7; Ec 7.16; Rm 12.16).


Vivemos dias difíceis, onde as pessoas, infelizmente, valorizam mais a “aparência” em rede social do que o aprendizado de um caráter ilibado e moderado em seu dia a dia. A "extravagância" no comportamento, as “conveniências” nas ações e o “interesse” nas relações interpessoais expõem um tipo de atitude muito negativa, porém, cada vez mais comum no seio da sociedade e até mesmo dentro das igrejas. Sem a evidência do verdadeiro amor fraternal, resta o exibicionismo fomentado pelo ego, a soberba alimentada pela lisonja e uma falsa espiritualidade, frutos de um coração presunçoso e cada vez mais distantes de Deus, além de "amizades" vazias, regadas pela cumplicidade como os erros e pecados.

Não são poucos os que se consideram “melhores” que os outros, onde tudo o que dizem, fazem ou pensam é sempre mais importante dos que os outros dizem, fazem ou pensam. Isso é resultado de um misto de vaidade e soberba que embriagam o coração de muitos, inflando o ego e causando dependência de bajulação, lisonja e "reconhecimentos" humanos. Paulo evocando o exemplo de Jesus, escrevendo aos filipenses, ensinou: “Nada façais por contenda ou por vanglória (vaidade), mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo, de sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus (Fl 2.3,5).

Sabemos que humildade não se compra, não se evidencia na "autopromoção" ou nas palavras de lisonja ou bajulação, no entanto, podemos aprender com Jesus o que, de fato, é humildade e mansidão, tornando-se assim, um genuíno agente de bênçãos e edificação às pessoas ao redor (Mt 11.29). Não é contando histórias, experiências pessoais ou testemunhos alheios que revelaremos um coração humilde, pois isso nada mais é que puro exibicionismo, falsa modéstia ou religiosidade falaz. De acordo com a doutrina de Cristo existe grande diferença entre os fariseus e os verdadeiros adoradores, pois enquanto o fariseu tenta a todo instante justificar a sua religiosidade, o “publicano” demonstra arrependimento diante do Senhor. O alerta de Jesus nos aponta claramente a soberba daqueles que “confiavam em si mesmos, por se considerarem justos e desprezavam os outros” (Lc 18.9-14).

Certa vez, João Batista, um dos maiores profetas e pregadores da justiça de todos os tempos, foi questionado quanto à grandeza e alcance do seu ministério em “comparação” aos ensinos e atributos do ministério de Jesus, em sua resposta encontramos a beleza e o cerne, a essência da vida espiritual e ministério cristão: “Importa que Ele cresça e que eu diminua” (Jo 3.22-30). Portanto, ao invés da “exibição” nos púlpitos e microfones, ao invés de ser uma coisa em rede social e outra em casa ou na igreja, busque aprender de Jesus acerca da humildade e do verdadeiro exemplo de vida espiritual. Voltemos à simplicidade do evangelho. Voltemos à Palavra.



Ainda sobre a convicção da chamada e os perigos da presunção.


UM OBREIRO CONHECIDO PELA SUA CONVICÇÃO E TEMOR REFLETE A GLÓRIA DE DEUS EM SEU MINISTÉRIO E EM SUAS AÇÕES. A convicção denota crença, firmeza, ações que nos conduz à busca pela excelência, princípios e ideias biblicamente compreendidas. ENQUANTO AQUELES QUE ESTÃO DOPADOS PELA PRESUNÇÃO E MALÍCIA, ENVERGONHAM O EVANGELHO E ENGANAM A SI MESMOS.

Precisamos do Espírito Santo para pregar o evangelho!


Acesse agora o link e seja edificado!
Semana Nacional de Missões no Templo Central da Assembleia de Deus - Convenção Abreu e Lima / PE.

Dupla personalidade espiritual?


Não são poucos os “cristãos” que adotam formas distintas de comportamento dentro e fora da igreja. São avessos à Doutrina e à obediência, sendo condescendentes com práticas mundanas, vivendo cada vez mais distantes da Verdade e da propagação do evangelho.

NÃO EXISTE MISSÕES...


Não existe Missões sem compaixão,
Não existe Missões sem humildade,
Não existe Missões sem alegria,
Não existe Missões sem honestidade.
Não existe Missões sem renúncia,
Não existe Missões sem seriedade,
Não existe Missões sem compromisso,
Não existe Missões sem vontade.
Não existe Missões sem sofrimento,
Não existe Missões sem desejo,
Não existe Missões sem angústia,
Não existe Missões sem respeito.
Não existe Missões sem empatia,
Não existe Missões sem saudade,
Não existe Missões sem dor,
Não existe Missões sem irmandade.
Não existe Missões sem Evangelho,
Não existe Missões sem evangelismo,
Não existe Missões sem Verdade,
Não existe Missões sem Cristo.
Voltemos à simplicidade do evangelho.
Voltemos à Palavra.

Ainda sobre Liderança Cristã...


Quem tem convicção da sua chamada está sempre disposto a aprender, seja observando comportamentos dignos ou valorizando conselhos e orientações oriundos da Palavra. O líder chamado por Deus compreende o valor da obediência, além de esperar o tempo determinado por Ele para o cumprimento das Suas promessas. Aquele que tem convicção da sua chamada não se apega aos devaneios da “autopromoção”, tampouco se esconde por trás da falsa modéstia, muito pelo contrário, o líder cristão procura imitar a Cristo em suas ações e não exerce o seu ministério de forma fraudulenta ou negligente.

Pr. Elder Morais

O PASTOR NÃO TRABALHA (Texto de Leandro barreto)


Quer dizer que o seu problema na igreja é o pastor?
Enquanto os "falsos irmãos" descritos por Paulo se propõem a criticar ou mesmo caluniar (2 Cor 11.26), Deus ainda tem homens sinceros, que amam e trabalham pelo evangelho do Reino (Hb 13.7). Vamos refletir?

[O PASTOR NÃO TRABALHA]

Se um Professor estuda, se prepara e dá uma aula de 45 minutos, ele está trabalhando.
Se um Pastor estuda, se prepara e prega uma mensagem de 45 minutos, ELE NÃO TRABALHA.

Se um Psicólogo atende e aconselha pessoas, ele está trabalhando.
Se um Pastor atende e aconselha pessoas, ELE NÃO TRABALHA.

Se um Administrador se organiza, faz reforma, contrata mão de obra, e gerencia uma empresa, ele está trabalhando…
Se um Pastor se organiza, faz reforma, contrata mão de obra e gerencia uma igreja, ELE NÃO TRABALHA.

Se um contador faz os cálculos, economiza, equilibra as finanças e faz investimentos, ele está trabalhando…
Se um Pastor faz cálculos, economiza, equilibra as finanças e faz investimentos na igreja, ELE NÃO TRABALHA.

Se qualquer um desses tirar férias, é justo, afinal, eles trabalham…
Já um pastor não pode tirar férias, não deve receber salário, e não merece respeito… Afinal, ELE NÃO TRABALHA.

Você valoriza e ora pelo seu pastor?





PASTOR É ALVO DAS MAIS DESENCONTRADAS OPINIÕES…

*Se o Pastor é ativo*
– É ambicioso...

*Se é calmo*
– É preguiçoso...

*Se o Pastor é exigente*
– É intolerante...

*Se não exige*
– É displicente...

*Se o Pastor visita*
– É incômodo...

*Se não visita*
– É irresponsável [com as] ovelhas...

*Se o Pastor fica com os jovens*
– É imaturo...

*Se fica com os adultos [ou idosos]*
– É antiquado e ultrapassado...

*Se fica com as crianças*
– É infantil [...ou sem noção]...

*Se procura atualizar-se*
– É mundano...

*Se não atualizar-se*
– É mente fechada...

*Se o Pastor cuida da família*
– É descuidado com a Igreja...

*Se o Pastor cuida da Igreja*
– É descuidado com a família...

*Se prega pouco*
– É que não tem mensagem...

*Se prega muito*
– É enfadonho [...e metido]...

*Se não tem boa oratória*
– É despreparado...

*Se tem boa oratória*
– É exibido [...e presunçoso]...

*Se procura agradar a todos*
– [Não tem] personalidade...

*Se é positivo, e procura corrigir*
– É parcial [...e pedante]...

*Se o Pastor se veste bem*
– É vaidoso...

*Se veste mal*
– É relaxado...

*Se não sorri*
– É cara dura [...mal educado]...

*Se o Pastor ri*
– É irreverente [...cínico]...

*Se realiza [novos] programas*
– É que só quer viver de promoções...

*Se não realiza.*
– É que não tem ideias...

*Se o Pastor é alegre*
– É sem linha [...e quer aparecer]...

*Se chora no púlpito*
– É chorão [...quer chamar a atenção]...

*Se o Pastor organiza trabalho*
– É explorador do rebanho...

*Se não organiza*
– É que não dá trabalho [tarefas] ao rebanho...

*Se o Pastor fala alto*
– É irritante [...exagerado]...

*Se fala baixo*
– É um coitado, não tem voz ativa...

*Se o Pastor prega na rua*
– Está barateando o evangelho...

*Se só fica na igreja*
– É acomodado nas quatro paredes...

*Se o pastor está triste*
– Já dizem que perdeu a fé...

*Se o pastor fica doente*
– É porque está na carne [...ou em pecado]...

[Enfim...]

Ser Pastor é um tremendo desafio.
É uma questão de chamada [vocação] e de entrega.
O Pastor é uma pessoa que tem sentimentos!
Entenda [...ao menos procure] o seu Pastor!

O Pastor é um ser humano que precisa das ovelhas, tanto quanto precisamos dele. É o portador das Boas Novas.

Ame e entenda seu Pastor.

*Ore e apoie o seu Pastor. Ele é carente de oração.*

by Facebook Leandro Barreto (Universidade de Bíblia).



[Adaptação] Pr. Elder Morais

“E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com inteligência e conhecimento” (Jr 3.15).

REFLETINDO ACERCA DOS DONS ESPIRITUAIS.

Na genuína manifestação dos dons espirituais não há espaços para o exibicionismo, empirismo ou coisa assim. Baseada num propósito claro e essencial, a evidência de cada dom, seja espiritual, ministerial ou virtudes provenientes de uma nova vida em Cristo promove edificação, consolação e exortação ao corpo de Cristo, que é a igreja do Senhor.

Ninguém se torna mais "importante" ou mais "espiritual" pelo fato de exercer esse ou aquele dom, um ou mais dons. Os dons do Espirito não podem ser comprados, adquiridos através de influência política ou social. A diversidade nas realizações ou nos serviços são concedidas pelo Espírito Santo a cada um visando um fim proveitoso e Ele as distribui conforme a Sua vontade e a necessidade da obra de Deus.

Nenhuma experiência pessoal ou mesmo "sobrenatural" está acima da revelação da Palavra de Deus, bem como o verdadeiro exercício dos dons não pode ser evidenciado sem o maior de todos os dons, a saber, o amor. Por isso, devemos desejar os dons e progredir, para edificação da igreja de Cristo.

A decência e a ordem nos apontam o crivo que dignifica a nossa responsabilidade no uso equilibrado dos dons espirituais. Assim não seremos como "meninos" no entendimento, tampouco atuaremos pela ignorância em relação à Palavra ou pela emoção em relação aos sentimentos.

Textos bíblicos: At 8.18-21; Rm 12.5-8; 1 Cor 12.1-31; 13.1-13; 14.1-40; Ef 4.11,12.

PROJETO MISSIONÁRIO IDE & PREGAI
SIDEB - Seminário Itinerante de Ensinos Bíblicos

Pr. Elder Morais

A CONVICÇÃO DA CHAMADA E OS PERIGOS DA PRESUNÇÃO.

UM OBREIRO CONHECIDO PELA SUA CONVICÇÃO REFLETE A GLÓRIA DE DEUS EM SEU MINISTÉRIO E EM SUAS AÇÕES. A convicção denota crença, firmeza, ações que nos conduz a busca pela excelência, princípios e ideias biblicamente compreendidas. JÁ AQUELES QUE ESTÃO DOPADOS PELA PRESUNÇÃO, ENVERGONHAM O EVANGELHO E ENGANAM A SI MESMOS (2 Tm 3.13; Tg 1.22).

SOBRE A CONVICÇÃO [Do latim, convictĭo]. Segundo o dicionário Michaelis, significa certeza obtida por fatos ou razões que não deixam dúvida nem dão lugar a objeção. Podemos ainda definir como convencimento, crença. Em seu conceito mais abrangente a convicção é compreendida como sentimento de retidão em relação àquilo que se pensa, se sente, fala ou fazNo contexto espiritual, a convicção se baseia em ações que valorizam a devoção, a humildade, o aprendizado e a obediência (Lc 10.38-42).

SOBRE A PRESUNÇÃO [Do latim, praesumptione]. Os principais dicionários de português definem de forma abrangente, a presunção como a ação de presumir, suspeitar ou conjecturar. Já como um sentimento, é sinônimo de vaidade, e tem a ver com o “ego inflado de muitas pessoas e o que elas pensam acerca de si mesmas”. Ainda podemos entender a presunção como julgamento baseado em indícios, aparências, isto é, “suposição” que se tem por verdade.


É comum encontrar no meio social, assim como no meio religioso, pessoas “reféns” desse tipo de comportamento ou sentimento, quando por orgulho ou pedantismo supõem estar acima dos outros ou acha que sempre faz tudo melhor que os demais como quem quer ser visto. Essa lamentável combinação de ego, soberba, competição e ignorância vai além da classe social, condição financeira, cargos ou títulos, pois geralmente, se evidenciam nos corações de pessoas vazias, egoístas, envolvidas pelo narcisismo banal, independentes de serem ricas ou pobres, fingindo viver uma vida de devoção.

Um verdadeiro servo de Deus tem em Jesus o seu maior exemplo de renúncia, abnegação e resignação (Fl 2.3-5), diferente de alguns desses obreiros ou pregadores midiáticos e modernos, cujo “poder e unção” só se ver no microfone, porque longe dele não passam de hipócritas em seu dia a dia, invejando, provocando, difamando através de uma mente pervertida e privada da verdade, buscando descaradamente serem considerados iguais aos homens de Deus (1 Tm 6.3-10; 2 Tm 3.15 cf. 2 Cor 11.12-15).

Falando então de ministério ou liderança cristã, a presunção é fruto do desinteresse pelo aprendizado, desprezo à humildade e o apego exacerbado a exibições ou apresentações de “poder, unção ou conhecimento” alimentadas por um falso compromisso com a Palavra e com o Reino de Deus. Sem contar que um obreiro cujo coração é presunçoso está tomado pela raiz de amargura, rancor, inveja e maldade (At 8.18-23), cujas motivações estão absolutamente equivocadas. Quem mais gosta de “aparecer” são os que menos se preparam ou buscam conhecimento, enfeitando púlpitos e vivendo em desacordo, conveniência ou desobediência, fazendo um caminho oposto ao dos verdadeiros discípulos de Jesus (2 Tm 2.14-19; 3.8,9; Tt 15,16).
Aqueles que foram genuinamente chamados por Deus, devem se afastar de qualquer sentimento ou comportamento que ponha a glória de Deus em segundo plano, pois os que se arriscam na onda de um coração envaidecido, certamente cairão no abismo do fracasso espiritual e ministerial, pois o Senhor nosso Deus não divide a sua glória com ninguém, tampouco aceita a “aparência dos homens” (Gl 2.6; 1 Tm 4.10,14,15; Tt 3.9-11).
Quem tem convicção da sua chamada está sempre disposto a aprender, seja através de orientações, obediência, leituras ou estudos, além de esperar o tempo do cumprimento das promessas de Deus na sua vida (1 Tm 4.12; Tt 2.7,8; 2 Pe 3.18). O convicto não se apega aos devaneios da “autopromoção”, não se dedica a reprodução de “mensagens copiadas e coladas”, relatividade e reprodução de testemunhos bolados, tampouco exerce o seu ministério de forma fraudulenta ou negligente (Jr 48.10), muito pelo contrário, tem humildade no agir, no falar, nas ações, na honra e no respeito. A convicção nos leva a assumir responsabilidades na obra de Deus, além de buscar e compartilhar a graça e o conhecimento do nosso Senhor Jesus, enquanto na presunção, a única motivação é alimentar o ego, o engano e a vaidade. Voltemos à simplicidade do evangelho. Voltemos à Palavra.


Já são mais de 11 anos dedicados ao ministério...

"...não da parte de homens, nem por intermédio de homem algum, mas por Jesus Cristo e por Deus Pai" (Gl 1.1).
Pela graça de Deus chegamos até aqui, para o louvor da sua Glória. Já são mais de 20 anos pregando o evangelho, desde a minha primeira atribuição na obra de Deus até o dia de hoje. Já são mais de 11 anos dedicados ao ministério (Diaconato, Presbitério, Pastorado e Missões). É um grande privilégio da parte de Deus poder ser útil à causa do Mestre, dedicando a minha vida ao ensino da Palavra, à evangelização e ao trabalho missionário seja em meu país ou no exterior. Louvamos a Deus pela vida de cada um daqueles que sempre acreditaram em nosso ministério, sendo um canal de bênçãos para nós, sobretudo os pastores Isaac Martins Rodrigues (In memoriam), Pr. Antônio Ulisses (In memoriam), Pr. Roberto José Dos Santos(Presidente da IEADALPE), Pr. Edy Marileno Morais (meu pai), Pr. Joao Brasiliano, Pr. Gildo Menezes, Pr. Eduardo Rocha, Pr. Jailson Felix, dentre muitos outros pastores e companheiros pelos conselhos, apoio e consideração. Ao Senhor nosso Deus toda honra e toda glória!

Pr. Elder Morais
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