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A família e os desafios da convivência e da comunhão.

Eu li, recentemente, uma frase que me motivou a refletir sobre a família e os desafios da convivência e da comunhão. A frase dizia: “Para estar na lembrança de seus filhos amanhã, você tem que estar na vida deles hoje” (Autor desconhecido). Percebi que a relação entre o passado, o presente e o futuro de uma família se desenha em momentos simples, mas que marcam a existência da mesma. Em nossos dias, as “distâncias” entre os membros de uma família vão além das questões físicas e encalharam na falta de atenção, comunhão e no isolamento que o egocentrismo promove. Pela lógica, no âmbito familiar, seus membros deveriam ter tudo em comum, superando as diferenças de temperamento, caráter e personalidade. Naturalmente, a comunhão entre os membros uniria a família ao ponto de vencer as mais variadas dificuldades e triunfar desde os planos mais simples até os problemas mais difíceis como doenças graves ou necessidades diversas.
Durante muitos anos, muito se falou sobre o diálogo no seio da família e sobre a importância dessa ferramenta na construção de uma prole sólida e vencedora. Nesses últimos dias, um novo tema tem sido abordado com frequência em discussões e reflexões nos meios de comunicação. Estamos falando do avanço da rede social e dos benefícios e malefícios que ela tem trazido aos nossos dias. No meio social, existe uma discussão baseada numa crítica comum, de que no ambiente familiar, as pessoas mesmo reunidas, isto é, “presentes fisicamente”, estão “separadas mentalmente”, diminuindo o afeto e o amadurecimento das relações. As crianças estão trocando as brincadeiras ingênuas e sociáveis pelos tabletes e celulares de última geração. Outro dia, minha filha me surpreendeu, fazendo coisas no meu celular que nem eu mesmo conseguia fazer. Seria a tecnologia, a responsável por estas mudanças tão gritantes? A informação (e a comunicação) em tempo real “encurtam” as distâncias ou isolam as pessoas? O que separa as pessoas ou a família, mesmo que fisicamente dividam o mesmo espaço?

Talvez para muitos seja imperceptível, mas existe é um perigo tão sutil quanto letal no ambiente familiar, capaz de separar estando junto, distanciar estando perto, aborrecer mesmo amando. Falo do egocentrismo, que baseado num conceito comum é a denominação da característica de uma pessoa que acha que o mundo gira a seu redor, isto é, atributo da personalidade humana que remete ao indivíduo que sempre prioriza a si mesmo (seus desejos, pensamentos e necessidades) diante da realidade. Trata-se de uma atitude pessoal que atinge o coletivo, pois tudo o que fazem, dizem ou pensam é sempre superior a qualquer outro, e isto, aliado ao desinteresse ou falta de preocupação com quem está ao lado. O egoísmo impede um abraço, uma palavra de gratidão e é incapaz de proporcionar um momento de amizade ou diversão, além de macular os mais sinceros relacionamentos. Quando estamos no “nosso” quarto, no “nosso” computador, no “nosso” celular, em “nosso” mundo, deixamos passar despercebidos momentos simples, porém capazes de encher nossos corações de alegria, como o sorriso dos filhos, o carinho do cônjuge e a maravilha de está reunido em família. Foi aí que percebi com passar do tempo, que "o que separa as pessoas não é a distância, mas a vontade de se vê. E não é a questão do tempo (ter ou não), mas do interesse de compartilhar".
Todos os dias, o Senhor nos dá novas oportunidades de viver, de refletir, de corrigir, de recomeçar. Ainda dá tempo de rever os nossos conceitos, nossos valores, repensar nossas ações, nossas atitudes, aprender a olhar de lado para aqueles que estão bem perto com o interesse no bem comum, com amor e com afeto. Se a vida nos levar para longe, talvez um dia aprenderemos com a saudade o que, de fato, a família represente para cada um de nós. Mas se a vida nos brindar a chance de estarmos juntos, não desperdicemos a oportunidade de aprender ainda mais sobre ela e toda a sua beleza e importância. Quando a família é, de fato, o nosso maior patrimônio, o “eu” e o “nós” caminham lado a lado, e mesmo divergentes em alguns assuntos ou opiniões, seremos unânimes no triunfo, no respeito e no amor. Dê valor a sua família para que todos os dias ela seja uma bênção para todas as famílias da terra.

Por Elder Dayvid Morais.

VAMOS COMPARTILHAR O EVANGELHO!

Fomos criados para glória de Deus! Então, por que pecamos? Não somos pecadores porque praticamos o pecado, mas pecamos, porque a nossa natureza foi contaminada pelo pecado e transgressão, e pelo pecado, condenados à morte, e a morte passou a todos os homens, sendo destituídos da glória de Deus. E agora? Que sacrifício poderia nos livrar de tal condenação? EU TENHO BOAS NOVAS PARA VOCÊ! O SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS, O ÚNICO MEDIADOR ENTRE DEUS E OS HOMENS, DEU A SUA VIDA EM SACRIFÍCIO VICÁRIO, PURO E VERDADEIRO! AGORA, TODO AQUELE QUE NELE CRÊ NÃO PERECE, MAS TEM A VIDA ETERNA! CREIA NO SENHOR JESUS CRISTO E SERÁS SALVO TU E A TUA CASA!

Leia a Bíblia, a Palavra de Deus:

* Criados para glória de Deus (Sl 96.1-9; At 17.28 cf. Dt 5,24);

* Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Rm 3.9-23);

* A nossa natureza foi contaminada pelo pecado (Rm 5.12-21);

* O salário do pecado é a morte (Rm 6.23);

* A revelação do amor de Deus e a vida eterna (Jo 3.16; Rm 6.24);

* Sacrifício agradável a Deus, expiação permanente (Hb 9.14; 10.1-18);

* Jesus Cristo, o único mediador (1 Tm 2.4,5 cf. Rm 8.34);

* O sangue de Jesus nos purifica de todo pecado (1 Jo 1.7 cf. Ef 1.7);

* Promessa de salvação à nossa família (At 16.31).

Brincadeira tem hora! Nem tudo nos convém!

     Amados, é evidente que o sorriso e a alegria aformoseia o rosto, alegra o espírito e eleva as boas motivações do coração (Pv 15.13). Geralmente, as brincadeiras fazem parte do dia a dia de pessoas destemidas, otimistas e amadas, fortalecem amizades, "quebram" as diferenças e diminuem as "indiferenças". Todavia, é importante ressaltar que o excesso nas brincadeiras podem trazer consequências às nossas vidas. Geralmente, o exagero desperta a hostilidade, constrangimento, às vezes a malícia e por vezes a "valorização" do mal-entendido. Sem contar que muitas vezes, é o meio sutil e medíocre usado por muitos para acusar, intimidar, afrontar ridicularizar ou mesmo "dizer certas coisas" que dificilmente diria em outra circunstância. O fato, é que na maioria vezes, ao confundir liberdade com libertinagem, o destempero das palavras e o descontrole das ações culminam na quebra de decoro e numa postura reprovável e vergonhosa.
     Houve um tempo em minha vida, que em busca de "sorrisos" cometi alguns deslizes, e infelizmente, ouvi de alguns: "Você brinca demais...". Hoje eu entendo que é preciso vigiar as palavras, controlar os gestos, medir a postura, confiando ao Senhor o controle do meu temperamento e o "moldar" do meu caráter para que Cristo seja visto claramente em minha personalidade. Por isso, acredito que nunca é tarde para refletir, e logo corrigir os equívocos e exageros cometidos, valorizando as brincadeiras sadias que promovam a alegria, o respeito e o fortalecimento das nossas amizades. Está escrito: Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma (1 Cor 6.12). Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam (1 Cor 10.23).
#‎Vivendoeaprendendo‬‪#‎Nemtudomeconvém‬.

CRISTO, A PLENA REVELAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS.

Base Bíblica: Hb 1.1,2 cf. Jo 1.1,2,14


É uma pena que a nossa geração não esteja atenta ao privilégio que recebemos do Senhor nosso Deus em desfrutar da plena revelação da sua Palavra em Cristo Jesus (Mt 13.11). Ele é o tema central das Escrituras e o cumprimento das promessas de Deus à humanidade (Lc 24.44; Jo 1.45 cf. Mt 5.17). O que estava oculto, guardado em silêncio desde os tempos da eternidade se manifestou em Cristo e alcançou a nossa era através Escrituras Sagradas, segundo o mandamento de Deus (Rm 16.25,26; Ef 3.3-5; Cl 1.26,27). Em sua doutrina, o Senhor Jesus nos ensinou: "Examinai as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim" (Jo 5.39; 20.30,31). Voltemos ao evangelho puro e simples! Voltemos à Palavra!

1.     Havendo Deus, outrora, FALADO, muitas vezes e de MUITAS MANEIRAS, aos pais, pelos PROFETAS... (Hb 1.1).

A. FALADO - Dentre muitos exemplos, podemos citar alguns dos homens que ouviram a voz de Deus: Adão (Gn 3.8); Noé (Gn 6.13); Abraão (Gn 12.1); Moisés (Ex 3.4-12).

B. MUITAS MANEIRAS - Deus também se utilizou de ANJOS para falar a: Jacó (Gn 32.28); Gideão (Jz 6.12); Daniel (Dn 10.10-13); Zacarias (Lc 1.11-13); José e Maria (Mt 1.20; 2.19; Lc 1.26-28). Falou através dos SONHOS a: José (Gn 37.5,9); Faraó no Egito (Gn 41.25-32). Falou em VISÕES a: Isaías (Is 6.1-8); Jeremias (1.11,13); Ezequiel (Ez 2.8-10); Ananias (At 9.10); Pedro (At 10.9-16). Falou por meio de REVELAÇÕES a: Paulo (2 Cor 12.1-5); João (Ap 1.1,2). E falou até por meio de animal (Nm 22.28).

C. PROFETAS - Homens escolhidos por Deus responsáveis em transmitir a mensagem divina às suas gerações (2 Rs 21.10; Lc 1.70; Rm 1.2).

O fato, é que nenhuma manifestação espiritual, experiência pessoal ou mesmo sobrenatural, visão ou revelação "extraordinária" está sobre a autoridade da Palavra de Deus (Hb 4.12). Contar testemunhos, experiências, profecias dirigidas pelas conveniências e adivinhações se tornaram “práticas” comuns em igrejas que não valorizam o exame prudente e a exposição genuína das Sagradas Escrituras (At 17.11).
A Palavra de Deus nos ensina que os dons espirituais se manifestam no seio da igreja para trazer-nos plena edificação (1 Cor 14.12,26), conhecimento e ousadia na propagação do evangelho (At 1.8). Devemos valorizar a Palavra de Deus seguindo as suas orientações e mandamentos (Rm 15.4 cf. Dt 29.29), aprendendo a cada dia a não ir além (ultrapassar) daquilo que foi escrito para todos nós (1 Cor 4.6).

2.    Nestes últimos dias, nos falou pelo FILHO, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo... (Hb 1.2).

A. Cristo é a Palavra encarnada, é o tema central de toda a Bíblia e o cumprimento das promessas de Deus (Lc 24.44; Jo 1.45 cf. Mt 5.17). Ele é o verbo de Deus! (Jo 1.1,2,14; 5.39; 20.30,31). Ele é o mistério de Deus manifestado aos seus santos (Rm 16.25,26; Ef 3.3-5; Cl 1.26,27). Ele é o divisor de águas da história da humanidade (a.C e d.C). A igreja está edificada n’Ele (Mt 16.18; 1 Cor 10.4 cf. Dt 32.4; 1 Pe 2.4-8).

B. Sua doutrina é o fundamento da Igreja (Mt 7.24-28; 1 Cor 3.11; Ef 2.20,21; 1 Tm 2.19 cf. At 2.42). Sua Palavra é infalível e permanece para sempre (Mt 24.35; Mc 13.31; 1 Pe 1.25).

C. Ele é a verdade que liberta, que limpa! (J0 8.31-36; 15.3; 17.17). Ele nos dá entendimento para conhecer o que é verdadeiro (1 Jo 5.20). Devemos seguir a sua doutrina (Jo 7.16,17; 2 Jo v.9) e viver pela Palavra (Tg 1.22-27).

Bíblia de Estudo Almeida. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada - Barueri - SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.


Por Elder Dayvid Morais.

A RELAÇÃO ENTRE O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO E A PREGAÇÃO DO EVANGELHO.

Base Bíblica: Lc 24.49; At 1.8.

Analisando as Escrituras, podemos entender que o revestimento (investidos) de poder é, de fato, uma experiência distinta e sobrenatural na vida do crente verdadeiramente regenerado em Cristo Jesus, tendo como propósito essencial a capacitação espiritual do mesmo para a genuína pregação do evangelho e a plena manifestação dos dons espirituais. Vejamos propósito essencial do revestimento de poder na vida do crente em relação à pregação do evangelho:

1. SIGNIFICADO DE "REVESTIDO". Também se entende por "Investido" [Gr. enduõ]: A - Em que se colocou certo atributo e/ou particularidade. Estar vestido com; com legitimidade; coberto de; de posse de. Ao sermos revestidos de poder, somos legitimados para pregar o evangelho com ousadia e poder como nos diz as Escrituras: “... até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.49b; At 4.31). "Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra" (At 1.8). Vemos em Cristo, a evidência deste propósito: “Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder... (At 10.38 cf. Lc 4.18; Is 61.1,2). B - No segundo sentido, significa: Que foi coberto ou recoberto; Que foi preparado para o combate; armado. Temos como exemplo, a armadura de Deus (Ef 6.10-17).

2. O CUMPRIMENTO DA PROMESSA. Cristo soprou sobre os discípulos o Espírito Santo (Jo 20.22) e lhes abriu o entendimento para compreendessem as Escrituras (At 1.2 cf. Lc 24.45). Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai; permanecei, pois, na cidade...” (Lc 24.49a). O revestimento de poder (plenitude do Espírito) se deu no dia de Pentecostes, quando em obediência a Cristo, estavam todos reunidos no mesmo lugar e todos ficaram cheios do Espírito Santo (At 2.1-4).

3. CLARA DISTINÇÃO. Enquanto na regeneração nascemos de novo, e o Espírito Santo nos limpa, transforma (Rm 8.1,2,9-11; 1 Jo 3.9), tornando-nos participantes do corpo de Cristo (1 Cor 12.13), ao revestir-nos de poder, Ele nos capacita e nos fortalece espiritualmente para que preguemos o evangelho com ousadia e intrepidez (At 4.31 cf. 1.8). Baseado nos textos em apreço, não há como admitir que as promessas relacionadas ao Espírito Santo tivessem datas de vencimento, ou seja, que se limitaram apenas àquele tempo; até porque, o mesmo Espírito dirige a obra de Deus e faz como lhe apraz (At 9.31; 13.2-4; 15.28; 16.6,7; 20.28; 1 Cor 12.4-11).

4. TESTEMUNHAS DO EVANGELHO DE CRISTO. Legitimados para testemunhar de Cristo, seguindo o exemplo dos seus discípulos (At 10.39). Vós sois testemunhas destas coisas” (Lc 24.48 cf. At 5.32). Em At 1.5,8, lemos “... e sereis minhas testemunhas”. Só podemos testemunhar de Cristo, se permanecermos em sua Palavra como verdadeiros discípulos: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos (Jo 8.31).

5. LEVAR O EVANGELHO A TODAS AS NAÇÕES. "E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim" (Mt 24.14). Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações... (Mt 28.19). Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura (Mc 16.15). "...tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra" (At 1.8b).

W. F. VINE, UNGER MERRIL F., WILLIAM WHITE JR. - Tradução: Luís Aron de Macedo - Dicionário VINE. Rio de Janeiro: CPAD, 1ª Edição/2002.

Bíblia de Estudo Almeida. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada - Barueri - SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Dicionário inFormal - Dicionário on-line web 2.0 brasileiro, 2006.

Por Elder Dayvid Morais.

QUATRO MARCAS NEGATIVAS DA IGREJA ATUAL

Base Bíblica: Ap 3.13-22.

Morna e perdida no tempo e na religiosidade, parte da igreja contemporânea tem apresentado em sua conduta e atuação, semelhanças com a igreja em Laodicéia. Uma igreja sem doutrina (pregação e ensino), sem compromisso com a genuína adoração, sem compromisso com a evangelização e envolvida com as coisas materiais (v.15-17). O Espírito convidara aquela igreja ao arrependimento e revelara o grande amor de Deus mesmo repreendendo-a duramente (v. 19).
Não é exagero admitir, que a igreja contemporânea tem evidenciado, pelo menos, quatro marcas negativas em suas ações, afastando-se da Palavra e seguindo de maneira ignorante e medíocre o curso desse mundo. Ignorância, misticismo, negligência e apostasia são as armas que o mundo utilizar para “engessar” a igreja de Cristo diante da sua missão. Por isso a Bíblia nos ensina que a nossa luta não é contra carne nem sangue (Ef 6.12), ao mesmo tempo em que nos fortalece, garantindo à igreja que as portas do inferno não prevaleceram contra ela (Mt 16.18). Devemos valorizar as Sagradas Escrituras, pois ela é o nosso único manual de regra, fé e prática; Nelas encontramos a vida eterna e a plena revelação do Senhor Jesus Cristo (Jo 5.39; 20.30,31; Rm 15.4; 1 Cor 4.6 cf. Dt 29.29). O Espírito Santo de Deus conclama a sua Igreja ao arrependimento, ao amor e à experiência íntima, pessoal e verdadeira com o Senhor nosso Deus. Vivamos o Evangelho puro! Voltemos à Palavra!


1 - IGNORÂNCIA BÍBLICA (Ef 4.18).

1.1 - Falta de conhecimento. Fruto da omissão e da falta de estudo criterioso e da leitura devocional das Escrituras (Mt 22.29; Mc 12.24; Rm 10.2 cf. Os 4.6). É também, a ausência de submissão e temor à autoridade e suficiência da Palavra (2 Tm 3.16,17; 2 Pe 1.19-21 cf. Hb 4.12). Este embaraçoso caminho conduz o cristão imaturo ou neófito, ao engano comum de “espiritualizar” todas as coisas, atitudes e até decisões ligadas à vida pessoal.

1.2 - Dureza de Coração. Resultado da recusa (rejeição) à verdade e aos princípios estabelecidos pelo Senhor através da sua Palavra (Ef 4.18; 2 Tm 3.8; 4.3,4; Tt 1.14 cf. At 7.51; 28.27). Gerada pela incredulidade, a dureza de coração culmina no fracasso espiritual e na perda irreparável de bênçãos que somente no Senhor podemos alcançar (2 Cor 4.4 cf. Mc 10.5).

1.3 - Distorção da genuína doutrina. Neste ponto, nos referimos especificamente aos neófitos e indoutos, que por imperícia e inobservância bíblica distorcem a sã doutrina e se deixam levar por todo vento de doutrina e artifícios humanos (Ef 4.14; 1 Tm 6.3; 2 Pe 3.16).


2 - MISTICISMO RELIGIOSO (Ef 4.14).

2.1 - Religiosidade falaz. Em meio aos equívocos e ao desinteresse pelo estudo criterioso da Palavra de Deus, temos visto o aumento desenfreado de elementos místicos e religiosos no ambiente de culto. Com uma visão distorcida e insolente, a religiosidade cega “espiritualiza” as manifestações, experiências, visões, revelações, sonhos e até objetos supostamente consagrados, atribuindo aos mesmos, “valor” e “importância” que não se encontram nas Escrituras, misturando a fé em Cristo com “crenças estranhas” (Cl 2.4,8,16-23; 1 Tm 6.3-10).

2.2 - Visão mercantilista. O comércio da “fé” é uma das razões pelas quais muitas denominações trazem escândalos ao evangelho, causando mal estar e até rejeição à pregação pura e genuinamente bíblica. O cinismo de alguns em oferecer “objetos” supostamente consagrados nos reporta às artimanhas dos hipócritas e fariseus a serviço do engano e da promiscuidade espiritual (Mt 21.12,13; Mc 11.15-17; Lc 19.45,46; Jo 2.14-16).

2.3 - Fanatismo religioso. Assim como a ignorância bíblica, o misticismo conduz o crente indouto ao fanatismo religioso, ao “fardo” (cargas) e à condescendência com as frequentes distorções causadas por aqueles que não têm compromisso com a Verdade (Mt 23.4; Ef 4.14). Este resultado promove o rechaço às Escrituras e o apego exacerbado as superstições.


3 - NEGLIGÊNCIA ESPIRITUAL (Lc 9.62).

3.1 - Descaso com a obra. Quanto à negligência, podemos observar que o descuido e desatenção com as coisas de Deus é fruto da ausência do “espírito voluntário” na vida dos crentes contemporâneos (Sl 51.17; 54.6; 2 Cor 8.16,17,22; Fm 1.14). A disposição e espontaneidade são características de um cristão comprometido com as coisas de Deus (Ef 6.6,7; Fl 2.3). Porém, infelizmente, não são poucos os que enveredaram pelo caminho da displicência, fazendo a obra do Senhor de maneira fraudulenta e relaxada (Jr 48.10; Ne 13.11). São tempos difíceis onde poucos se dispõem a pregar o evangelho (1 Cor 8.16,17; Hb 2.3) e dedicar-se ao serviço cristão (Rm 12.11; Hb 12.28 cf. Sl 100.2).

3.2 - Descaso com o culto. Está evidente nas Escrituras, que Deus não nos “obriga” a servi-lo, mas também não recebe um culto (sacrifício) qualquer (Rm 12.1; 1 Pe 2.5 cf. Sl 51.16,17). Não há relação entre Deus e aquele que tendo o melhor oferece o “qualquer” (Ml 1.14), dedicando um sacrifício de tolo (Ec 5.1). O nosso culto é uma demonstração pública do nosso amor, respeito e reconhecimento ao Senhor nosso Deus e, portanto, devemos oferecer-lhe o melhor que temos (Gn 4.3,4; Mc 12.41-44).

3.3 - Apego às coisas materiais. Uma das expressões mais usadas e conhecidas em nosso meio é: “Não tenho tempo...”. Muitos estão sufocados com os cuidados, riquezas e deleites da vida (Lc 8.14). Administrar o nosso tempo e os nossos afazeres é uma das tarefas mais importantes da nossa vida cristã (Ef 5.15,16). Deus está em primeiro lugar em nossas vidas, devemos buscar o seu Reino e justiça e as demais coisas nos serão acrescentadas (Mt 6.33). Quanto ao “cuidado”, a Bíblia nos ensina a confiar plenamente no Senhor (Sl 55.22; 127.1,2; Mt 6.25-34; Lc 12.21-31). Quanto à ansiedade, não vivamos inquietos com coisa alguma; mas lancemos sobre o Senhor, porque ele cuida de nós (1 Pe 5.7 cf. Fl 4.6). O nosso Deus segundo as suas riquezas suprirá todas as nossas necessidades em glória, por Cristo Jesus (Fl 4.19).


4 - APOSTASIA DA FÉ CRISTÃ (1 Tm 4.1,2).

4.1 - Obreiros fraudulentos. A apostasia se evidencia no advento de falsos profetas, ministros e apóstolos que tentam embaraçar a propagação do evangelho e enganar a muitos (Mt 7.15; 24.24; 2 Cor 11.13-15; Gl 2.4; Fl 3.2; 2 Jo v.9); São homens iníquos, amantes de si mesmos, inimigos do bem e blasfemadores do caminho da verdade, que atuam segundo a eficácia de satanás (2 Ts 2.3-12; 3.1-5,13; 2 Pe 2.1-3).

4.2 - Doutrinas humanas e demoníacas. A proliferação de tais doutrinas é resultado do completo abandono da fé genuinamente cristã, atrelando doutrinas humanas e diabólicas às coisas de Deus (Mt 15.9; Mc 7.7,8; 1 Tm 4.1,2). Esta é, sem dúvidas, uma das razões pelas quais muitos naufragam na fé, tornando-se escravos dos mandamentos e doutrinas humanas e diabólicas (Cl 2.8,20-22; Tit 1.10; Tg 3.15; 1 Jo 4.1; 2 Jo v.7).

4.3 - Mundanismo à porta. Abertura ao mundanismo, fruto do pragmatismo e do modismo em muitas igrejas, que há muito deixaram de fazer e ensinar o que é certo e não o que “dá certo”. Por "pretextos", muitos se afastam do verdadeiro sentido e contexto contido na Palavra de Deus. Não se trata de "cantar" ou se apresentar em programas mundanos, não se trata de beber, fumar, "drogar", "tatuar", pintar, roubar, matar, prostituir... Trata-se de parecer mais com Cristo e menos com o mundo. Caso contrário, é melhor rasgar (apagar) da Bíblia, textos como: Mt 5.13-16; Rm 1.16-32; 6.10-14; 12.1,2; 2 Cor 6.14-18; Gl 5.16-25; Ef 4.17-32; 5.1-20; Fl 1.27; Cl 3.1-17; 1 Ts 5.22; Tg 4.4; 1 Jo 2.15-17.

Bíblia de Estudo Almeida. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada - Barueri - SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

Dicionário inFormal - Dicionário on-line web 2.0 brasileiro, 2006.

Por Elder Dayvid Morais.

Chamados à liberdade! Abaixo a libertinagem e a irreverência!

Um exemplo de uma igreja que adora, mesmo sem recursos físicos, sem luxo, sem riquezas, sem ostentação. Leia com atenção e devoção os textos propostos e então, tire as suas conclusões. Antes de tomar estas palavras como críticas ou coisa assim, abra o coração para voz do Espírito que clama à Igreja. O que motiva a plena e verdadeira "adoração sem limites", não são os eventos, aniversários de órgãos da congregação ou shows com efeitos especiais. Culto é coisa séria, algo sagrado, santo, reflexo da nossa adoração, gratidão e respeito ao Senhor, reconhecendo o seu poder e soberania. Naturalidade, espontaneidade... Nada tem a ver com a anarquia e irreverência visto em muitas igrejas. Não devemos confundir a liberdade no Espírito (2 Cor 3.17; Hb 10.19-25), com libertinagem ou irreverência na casa do Senhor (Ec 5.1; 1 Tm 3.15). Está aí um grande exemplo, de que não precisamos fazer do púlpito um palco, da igreja a platéia, do culto um show. Simplicidade, humildade, devoção, são caraterísticas da adoração que chama a atenção do Senhor (Jo 4.23,24). Os gritos, assovios, desordem e até "danças extravagantes" com pulos, empurrões e "esteria" em certos "cultos", nada tem a ver com a genuína adoração e louvor ao Senhor, pois a Bíblia nos ensina que devemos fazer tudo com decência e ordem (Gl 5.13 cf. 1 Cor 14.40). Voltemos ao Evangelho puro! Voltemos à Palavra!

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Por Elder Dayvid Morais.

Eis o legado dos mercenários (legalistas e ignorantes).

Legado segundo a descrição do Senhor Jesus:

Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque DIZEM e não FAZEM; Pois ATAM fardos pesados e difíceis de suportar, e os PÕEM aos ombros dos homens; ELES, porém, "nem com seu dedo querem movê-los"; E FAZEM todas as obras a fim de APARECER diante dos homens; pois TRAZEM largos filactérios, e ENFEITAM as franjas das suas vestes, e AMAM os "primeiros lugares" e as "primeiras cadeiras", e os "gritos de bajulação", e GOSTAM de ser chamados pelos homens; Mestre, mestre! (Mt 23.3-7).

Para estes, disse o Senhor Jesus:

Ai de vocês, "mercenários" e hipócritas! Vocês devoram as casas dos humildes e, para disfarçar, fazem longas orações como pretexto. Por isso serão castigados mais severamente. Ai de vocês, "mercenários" e hipócritas! Que afirmam dar o dízimo, mas têm negligenciado os preceitos mais importantes: a justiça, a misericórdia e a fidelidade. "Ai de vocês, "mercenários" e hipócritas! Vocês limpam o "exterior", mas por dentro estão cheios de ganância e cobiça (Mt 23.14,23,25).Nem todo aquele que me diz: "Senhor, Senhor", entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: "Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?" Então eu lhes direi claramente: "Nunca os conheci". Afastem-se de mim vocês, que praticam o mal! (Mt 7.21-23).

Nosso último culto à frente da obra missionária em Guayaquil.

Não tenho palavras para descrever este momento. Após três anos e meio, estamos deixando o campo missionário e regressando à nossa pátria, com a agradável sensação de dever cumprido e deixando um legado aos nossos filhos na fé. Temos a plena convicção, que não é o "tempo" da missão que marca a vida das pessoas no trabalho missionário, mas o pleno "cumprimento" baseado num legado, no amor e no temor do Senhor. Nunca esqueceremos os nossos filhos e filhas na fé e todos momentos que desfrutamos na presença do Senhor. Guayaquil e Daule ficaram marcadas para sempre em nossas vidas. Agradecemos ao Senhor nosso Deus por este grande privilégio de representar a sua igreja no campo missionário. Que Deus permaneça abençoando a nossa Convenção e Ministério Abreu e Lima, na pessoa do nosso Pr. Presidente Roberto José, também a todos departamentos de oração, louvor e evangelização da nossa igreja, que intercede e contribui com missões e enfim, a toda minha família. Obrigado, meu Deus! Nós cumprimos a nossa missão!














Msro. Elder Morais & Família

1º Aniversário da Obra Missionária em Daule - Equador.

No dia que marcou também a nossa despedida da congregação, realizamos no dia 27 de abril de 2014, o 1º Aniversário da Obra Missionária na cidade de Daule, província de Guayas, Equador. A congregação situada no Recinto La Elvira, parróquia de El Limonal, comemorou seu primeiro ano de existência, louvando e glorificando a Deus por esta grande vitória. Estavam reunidos ali, os irmãos que formam a congregação de Sauces 5, em Guayaquil, e muitos irmãos de outras denominações, além de famílias e amigos do evangelho. Com o tema: "E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum" (At 2.44). Marcado pelo alegria e pela presença do Senhor, este dia também marcou a nossa despedida daquela congregação, gerada em Cristo para glória do Senhor nosso Deus. Neste lugar, deixamos filhos e filhas na fé, fruto do labor missionário, das orações e da exposição da genuína Palavra de Deus. Que Deus vos abençoe, meus queridos, avante com Cristo, levando o evangelho a toda criatura.










 Missionários Elder Morais & Família.
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